5 dicas para a Manutenção Preventiva de sua Moto

  •       Lubrificação da corrente

Em condições normais, no asfalto, a corrente deve ser lubrificada com óleo adequado a cada 500km rodados, em média. Porém, sob chuva forte e alagamento, ou em dias muito quentes, ou ainda após transitar sob forte poeira, essa lubrificação deve ocorrer antes, evitando o desgaste tanto da corrente quanto da coroa e do pinhão.

Não custa lembrar que a cada 1.000km rodados o motociclista deve verificar a folga da corrente. No manual do proprietário existem orientações sobre qual a folga máxima, em centímetros, permitida para rodar com segurança.

O óleo de lubrificação do motor também deve ser checado a cada 1.000km rodados. Além de resfriar os componentes internos, o óleo evita o desgaste excessivo do motor e diminui o atrito do câmbio. Para evitar distorções na medição, desligue o motor por 5 minutos e, em seguida, segure a moto na posição vertical, sem usar o apoio lateral. Somente após esse procedimento você poderá checar se o nível de óleo está correto, completando caso esteja muito baixo.

É importante deixar sempre anotado qual a especificação do óleo no motor. Informações como fabricante, viscosidade e prazos para substituição do fluido devem estar sempre à mão.

  •       Chaves e chaveiros no tanque de combustível

Pode parecer bobagem, mas deixar diversas chaves no mesmo chaveiro da moto pode ser um problema na hora de abrir o tanque para abastecer. O peso pode forçar o miolo da fechadura, abrindo folgas e prejudicando seu funcionamento. Sem contar que o metal das chaves e chaveiro, em contato com a pintura da moto, pode arranhar a lataria.

  •       Checagem dos freios

Outro indicador que deve ser checado a cada 1.000km rodados é o sistema de freios. Muitas motos têm freio à disco na roda dianteira, mantendo o modelo em tambor na roda traseira. É preciso checar ambos. O disco, por estar exposto, é mais fácil de ser visualizado. Se as pastilhas de freio estiverem com menos de 1mm de espessura, devem ser substituídas imediatamente, evitando desgaste do disco de freio, que é bem mais caro. O modelo em tambor, por sua vez, deve ter no máximo 3cm de folga entre as sapatas, sendo necessário um ajuste quando ele se desgasta.

  •       O uso da bateria

Apesar de não ser possível medir com facilidade qual o nível de carga da bateria, o hábito de muitos motociclistas brasileiros de ligar a moto com o farol ligado acelera o desgaste do equipamento, diminuindo a vida útil e forçando a substituição por uma bateria nova num prazo menor. Mudar esse hábito garante uma boa economia.

Criando ou mudando seus hábitos de manutenção preventiva, é possível diminuir a frequência e o custo de visitas ao mecânico da sua moto.

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Dicas de manutenção preventiva antes de pegar estrada!

Chegou a época de férias, fizemos um check list de manutenção preventiva para você fazer antes de pegar a estrada :

 

  • Combustíveis e lubrificantes – Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.

    Filtros de ar, óleo e combustível – Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante.

    Limpador de para-brisas – Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água.

    Freios – O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa.

    Velas e cabos – Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes.

    Suspensão – O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para evitar que você saia da sua rota.

    Correia dentada – A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.

    Radiador – Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d’água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel.

    Sistema elétrico, faróis e lâmpadas – Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado.

 

Boas férias!
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Tudo o que você precisa saber antes de trocar o óleo do carro

Aprenda a evitar os principais erros na hora de substituir o lubrificante do motor

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.

Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca.

Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.

Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar o lubrificante

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado.

Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

 Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante.

Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Por exemplo, viscosidade acima da indicada resultará em maior consumo de combustível e o lubrificante irá trabalhar em uma temperatura maior, reduzindo sua vida útil. Já viscosidade inferior irá provocar desgaste prematuro do motor. E lembre-se: assim que possível, deve-se fazer a troca completa.

Por Fernando Miragaya – Quatro Rodas Brasil

Sete dicas essenciais para sobreviver de moto!

Atenção aos perigos da via, manutenção constante e cuidado com outros motoristas são fundamentais para o motociclista.

Os quatro minutos
Essa teoria surgiu na Inglaterra nos anos 80 quando pesquisadores perceberam que a maioria dos acidentes de trânsito aconteciam a menos de quatro minutos da casa ou do local de trabalho/escola. De acordo com esse estudo, quando saímos de casa nosso cérebro precisa de alguns minutos para “esquentar” até entrar no módulo de vigilância. E quando estamos perto do objetivo, nosso cérebro meio que desliga das funções de pilotagem e começa a já se sentir no destino. Por isso a atenção do motociclista deve ser integral e especialmente alerta ao sair e chegar no perímetro da partida e do destino. Vale aquela recomendação de ligar a antena parabólica e só desligar junto com a moto!

Pontos cegos
Isso é um velho conhecido, mas bem esquecido. Se cada motociclista soubesse o quanto é difícil ver de dentro de um carro ele não ficaria zanzando de um lado pra outro no meio dos carros. A Honda fez uma série de animações que mostram o quanto é fácil não ver uma moto, mesmo quando ela está alinhada ao ombro do motorista. Pode procurar por “Honda – dicas de trânsito – ponto cego” no Youtube que vai achar esse filme impressionante. Ah e pela enésima vez: não adianta ser o chato buzinador que roda no corredor com o dedo na buzina porque de dentro do carro, com som ligado e vidros fechados o motorista nem sabe de onde vem o som!

Peso pesado
Rapaz, se um dia tiver a oportunidade de subir na cabine de um caminhão, suba! Lá de dentro, na posição de dirigir, o motorista não enxerga nada pra baixo e muito pouco para os lados. Se for do tipo cavalo + carreta o motorista tem visão muito limitada, mas se for os bi-articulados nem chegue perto. Além disso, caminhões demoram mais para desviar e quando carregados não freiam tão facilmente.

Sua moto não é carro
Por mais que a gente escreva à exaustão ainda tem gente que trata moto como se fosse um carro de duas rodas. Numa moto não existe estepe, nem limpador de para-brisa, nem ar-condicionado. A gente fica exposto aos rigores do clima e se der pepino na mecânica, adeus fim se semana. Um corrente frouxa pode causar acidente, se ela se soltar e enroscar na coroa pode travar a roda traseira. Como nosso veículo está apoiado apenas em dois pneus, se der pau em um, já era! Por isso a manutenção é tão mais vital na moto do que no carro. Cheque sempre itens como pneus, óleo, transmissão e sua sobrevivência na selva será mais tranquila.

Desconfie sempre
A regra de sobrevivência da espécie mais eficiente é: nunca subestime a capacidade de alguém fazer uma burrada. Mesmo se o farol estiver verde, olhe para saber se nenhum espertinho decidiu furar o semáforo. Nunca acredite em vias preferenciais e na dúvida pare e olhe. Isso se chama “pilotagem preventiva” que é a capacidade de ver antes.

Equipamentos
O ideal é evitar todo tipo de acidente, mais vai que… Nessa hora é bem melhor estar com um bom capacete, casaco de couro (ou sintético) com proteções internas, luvas e uma calça resistente. Sim, eu sei que no verão o sufoco é brabo, mas existem equipamentos específicos para o calor. E lembre-se: se você acha que equipamento bom custa caro não tem ideia de quão caro é um dia na UTI.

Frita o peixe e olha o gato
Se a antena parabólica está apontada para o trânsito, precisa ajustar para ver também o piso. Motos são muito leves em relação à massa total do conjunto. Pegar um buraco ou lombada de surpresa pode causar maior estrago. Se perceber que desconcentrou e “surgiu” um buraco ou lombada do nada bem na tua frente, tente frear, mas se perceber que não vai parar solte o freio e levante-se do banco para transferir a carga para as pedaleiras. Assim alivia a pancada nas rodas. E jamais passe num buraco ou lombada freando porque isso potencializa a pancada.

Fonte: Geraldo Tite Simões: Jornalista, instrutor de pilotagem e ministra o Curso SpeedMaster de Pilotagem.

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Evite danos da maresia no carro

Os motoristas do litoral brasileiro já estão acostumados com uma fina névoa úmida e salgada vinda do mar. A famosa “maresia” é uma grande vilã dos veículos, pois causa a corrosão de objetos metálicos, podendo até enferrujar a lataria do automóvel. Para evitar problemas, confira algumas dicas: após o período na praia, verifique se os terminais de bateria, conectores elétricos, filtros de ar e equipamento de lubrificação estão livres de água e areia.

Durante a estadia no litoral, tente guardar seu carro num lugar coberto e fechado durante a noite. Caso permaneça na praia por mais de 15 dias, encaminhe seu carro para lavagem especial. Os resíduos de areia e sal podem romper as coifas do amortecedor, comprometendo o desempenho da suspensão do veículo. Portanto, a manutenção na caixa de direção e nos amortecedores é sempre importante.

Fonte: http://mobil.cosan.com

A moto ideal para viajar

Qualquer um que planeje viajar longas distâncias com uma moto precisa saber muito bem a diferença entre motos para viagem e as de uso diário (as que escolhemos como meio primário de transporte). Viajar bem é uma mistura da escolha certa da moto, roupas e acessórios que você vai utilizar.

Hoje, as motos de asfalto no mercado são classificadas como touring, sport touring, standard, cruiser, adventure, big trail e sport. Todas as motos nessas categorias aguentam percorrer grandes distâncias, mas as motos sport e adventure certamente não são as melhores. Considere as motos usadas. Além do preço mais baixo, os arranhões mostram que elas realmente aguentam qualquer viagem.

Vamos analisar as cinco categorias que nos restaram.

Motos Standard

É a moto para todas as situações. Você pode pilotar uma standard na cidade, na estrada, numa viagem longa ou no trajeto diário para o trabalho. É fácil adaptar uma standard para qualquer uma dessas situações, sem acabar com sua versatilidade.

Elas são motos básicas e podem ser otimizadas de acordo com a necessidade de quem as pilota. Para essa categoria de moto, os acessórios mais usados para viagem são um banco para touring, para-brisas, alforjes, bagageiro e um encosto de garupa.

Cruisers

As primeiras cruisers foram baseadas nas choppers: a categoria menos prática para viagens de motos. Mas elas evoluíram para um modelo mais adaptado à estrada, com motor e suspensão modernos. Viraram motos práticas e estilosas.

Uma das vantagens das cruisers é a altura do assento que possibilita pilotos baixos alcançarem o chão com facilidade e torna mais fácil o embarque de passageiros. São facilmente equipadas para viagens e algumas já vêm de fábrica com os acessórios certos.

Sport Touring

Outra classe de motos extremamente versátil é a das sport touring. Algumas delas são desenhadas especialmente para viagens, mas a maioria são motos sport modificada com o garfo dianteiro reforçado, alforjes de fábrica, uma carenagem mais ampla, para-brisas mais altos e um assento com posição mais confortável.

Essas modificações tornaram as motos Sport touring muito mais confortáveis do que a Sport.

Big Trail

Além de encarar terrenos off Road de menor dificuldade e ser uma boa pedida pra cidade, as big trails também não fazem feio na estrada! Todos os acessórios de viagem são disponíveis para modelos dessa classe.

Touring

São perfeitas para essa finalidade, oferecendo conforto, proteção e capacidade de carga. Isso a torna superior a todas as classes anteriores para uma longa e confortável viagem de moto.

Se você planeja viajar longas distâncias, em todas as estações do ano, você deve considerar seriamente uma moto para touring. A maioria dessas motos é grande, têm muito espaço para carga, passageiro e tanque de combustível com mais capacidade. Elas têm um sistema elétrico robusto, capaz de fornecer energia para roupas com aquecimento, luzes de direção e todos os acessórios que você imaginar.

Conclusão

Na hora da viagem, uma das maiores vantagens do motociclista, comparado ao motorista de carro, é a visibilidade. Na moto, é possível apreciar a paisagem e ter uma visão geral do trânsito.

Isso, em conjunto com a moto certa, pode tornar a viagem de moto muito segura e prazerosa. A verdade é: quem viaja de moto aproveita muito mais do que qualquer um na estrada!

Fonte: goo.gl/EezUuW