7 dicas para curtir sua moto sem perigo

Boa parte dos acidentes pode ser evitada se o condutor da motocicleta estiver preparado e atento aos possíveis imprevistos do trânsito.

Para garantir tranquilidade e segurança na pista, confira 7 dicas simples de serem seguidas:

Equipamento de segurança

1. Sempre saia com capacete, tanto o condutor quanto o passageiro. Os modelos com adesivo refletivo facilitam que você seja visto por outros motoristas.

2. Se possível, procure usar pelo menos uma peça de roupa mais clara. Este cuidado facilita que sua motocicleta seja vista por todos.

Comportamento do motociclista

3. Procure manter o farol aceso também durante o dia para facilitar que os motoristas de carros e veículos grandes possam vê-lo.

4. Fuja dos pontos cegos dos outros veículos e prefira manter-se à direita em pistas rápidas.

5. Mantenha distância segura do veículo à sua frente e, conforme a velocidade aumenta, amplie ainda mais este espaço entre vocês.

Atenção nas pistas

6. Estradas com pouca manutenção ou que são antigas pode ter pontos de desgaste na junção de placas de concreto – o que rapidamente se transforma em armadilha do trânsito. Fique atento a estes locais para que possa desviar ou atravessar com cuidado.

7. Cascalhos na pista que ainda não se misturaram com a terra dificultam o equilíbrio e o controle da motocicleta. Procure manter aceleração constante e evite frear sem motivo.

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#GrupoGagliardi #Mobil #Michelin

9 cuidados diários que você precisa ter com seu veículo

Não tem como fugir: muitos brasileiros sonham em ter um carro próprio. Essa é uma forma de ter mais autonomia no deslocamento, além de proporcionar ótimos momentos de lazer.

Depois de conquistar e levar um veículo para sua garagem, muitos compradores acabam esquecendo que ter um carro exige muito cuidado. Esse zelo, por sua vez, demanda tempo e atenção, mas é a melhor forma de conservá-lo e evitar muita dor de cabeça.

Se você quer conhecer alguns cuidados diários com o veículo que deve adotar, então está no lugar certo. Veja agora mesmo 9 dicas que elencamos aqui. Vamos lá?

1. Dê atenção para o motor

A motorização de um veículo é um ponto muito importante e merece atenção diária. O ideal é ficar de olho sempre que usar o carro — e isso envolve observar seu desempenho e possíveis barulhos e/ou ruídos. Além disso, atente para a emissão de fumaça, pois ela pode sinalizar problemas maiores e que devem ser prevenidos.

2. Mantenha o veículo limpo

Andar em um veículo limpo traz uma sensação ainda melhor, pois o ambiente fica mais confortável. O que poucos motoristas sabem é que essa prática também tem uma forte associação com a tarefa de aumentar sua vida útil do carro. Portanto, adote essa ideia e tenha em mente que esse é um dos principais cuidados diários com o veículo!

Se o orçamento está apertado, lembre-se de que você mesmo pode se responsabilizar pela limpeza. Um aspirador, pano molhado e outros cuidados ajudam muito a manter o carro limpo. Embora algumas pessoas não acreditem, a sujeira pode impregnar depois de algum tempo, então é bom tomar cuidado.

Os estofamentos, por exemplo, podem ser ainda mais danificados, já que têm a possibilidade de ficar permanentemente sujos. Caso ele seja de couro, uma dica é usar produtos específicos que ajudam a evitar rachaduras e fortalecer o material. Por essas e outras, não deixe de investir em uma limpeza consistente e perceba os benefícios que essa prática tem!

3. Calibre os pneus e mantenha alta performance do carro

Esse é outro cuidado simples e que você pode adotar sem grandes dificuldades. Como não é difícil e nem demanda muito tempo, você pode fazer isso no caminho para o trabalho ou quando estiver se deslocando para qualquer outro compromisso.

Para quem não sabe, ter os pneus calibrados é uma forma de aumentar a durabilidade. deles. Isso acontece porque ele passa a se desgastar de forma regular e lenta, então é importante evitar andar abaixo da calibragem recomendada. Caso não saiba qual é o calibre que deve manter, consulte o manual do seu veículo e descubra sem grandes dificuldades.

4. Observe o consumo de combustível

O consumo de combustível é outro ponto que merece atenção diária. Embora nem sempre seja necessário abastecer, é bom ficar de olho se tem a quantidade necessária para se deslocar.

Esse ponto é importante considerando que um tanque vazio é mais propenso ao acúmulo de sujeira e outras impurezas. Isso pode parecer pouco significativo, mas pode trazer grandes problemas para o seu funcionamento (principalmente a médio e longo prazo). Sem contar, ainda, que pane por falta de combustível é fator passível de multa.

5. Esteja atento aos freios

Os freios são importantíssimos quando o assunto é o bom funcionamento de um carro. Para isso, esteja de olho em qualquer ruído ou barulho sempre que precisar acioná-los. Por mais que passe desapercebido para alguns, esse barulho pode revelar algum problema no disco ou na pastilha.

Para não ficar na mão ou até mesmo sofrer com algum problema inesperado, adote essa prática nos cuidados diários com o veículo. Assim você trafega com segurança e preserva a vida de quem você ama!

6. Tenha cuidado com a maneira de dirigir

A forma como dirigimos pode influenciar diretamente na deterioração ou cuidado com o carro. Por isso, ter cautela, prudência e direção defensiva na hora de conduzir são apenas alguns exemplos de como cuidar bem do seu carro.

Dirigir sem cuidado é mais um hábito que pode parecer despretensioso, mas ajuda a desgastar a embreagem e outras peças. Isso porque alguns motoristas insistem em acelerar muito sem grandes necessidades — além de outros comportamentos que não são recomendados.

Quando o assunto é o cuidado com a maneira de dirigir, um ponto que não poderíamos deixar de abordar é o fato de que muitos motoristas mantêm o pé na embreagem. Esse ponto a desgasta, torna seu funcionamento menos eficaz e exige uma troca com mais frequência. Evite essa prática para trafegar sem grandes dificuldades.

7. Analise a situação da pintura

Sempre que for entrar no carro, dê aquela olhada na pintura e perceba se está tudo OK. Se você consegue manter o carro limpo, então consegue cuidar um pouco melhor da pintura.

O cuidado de perceber a situação da pintura é muito importante, pois essa é uma forma de reparar sempre que alguma parte se desgastar. Nesse caso, os cuidados diários com o veículo envolvem remover as sujeiras acumuladas durante o dia, como dejetos de animais e outras substâncias.

Para manter a pintura em dia, evite os descascados, oxidação de metais e até mesmo estacionar no sol. Caso a situação já esteja ruim, uma alternativa é repintar o carro.

8. Observe a condição dos vidros

Os vidros são sensíveis e merecem ser analisados diariamente. Um teste importante é conferir a condição do limpador de para-brisa, pois quando eles estão desgastados podem provocar desgaste na borracha e no próprio vidro.

Somado a isso, esteja atento a qualquer trincado ou desgaste. Algumas vezes pedras e outros materiais são lançados e acabam desgastando essa parte.

9. Cheque o volume de água e óleo

Se você é um apaixonado por carro, então sabe que os cuidados diários com o veículo vão além daqueles aparentes. Olhar e verificar o nível de água e óleo é um cuidado muito importante, pois garantem que ele funcione conforme foi programado.

Quando for realizar essa checagem, uma alternativa é olhar também o sistema de arrefecimento (o radiador). Assim você garante que o funcionamento acontece da melhor forma possível.

Agora que você já conhece alguns dos principais cuidados diários com o veículo, não deixe de adotar cada um deles! Essas práticas fazem toda diferença na performance do seu carro e preservam a desvalorização natural.

Fonte: www.instacarro.com

5 dicas para a Manutenção Preventiva de sua Moto

  •       Lubrificação da corrente

Em condições normais, no asfalto, a corrente deve ser lubrificada com óleo adequado a cada 500km rodados, em média. Porém, sob chuva forte e alagamento, ou em dias muito quentes, ou ainda após transitar sob forte poeira, essa lubrificação deve ocorrer antes, evitando o desgaste tanto da corrente quanto da coroa e do pinhão.

Não custa lembrar que a cada 1.000km rodados o motociclista deve verificar a folga da corrente. No manual do proprietário existem orientações sobre qual a folga máxima, em centímetros, permitida para rodar com segurança.

O óleo de lubrificação do motor também deve ser checado a cada 1.000km rodados. Além de resfriar os componentes internos, o óleo evita o desgaste excessivo do motor e diminui o atrito do câmbio. Para evitar distorções na medição, desligue o motor por 5 minutos e, em seguida, segure a moto na posição vertical, sem usar o apoio lateral. Somente após esse procedimento você poderá checar se o nível de óleo está correto, completando caso esteja muito baixo.

É importante deixar sempre anotado qual a especificação do óleo no motor. Informações como fabricante, viscosidade e prazos para substituição do fluido devem estar sempre à mão.

  •       Chaves e chaveiros no tanque de combustível

Pode parecer bobagem, mas deixar diversas chaves no mesmo chaveiro da moto pode ser um problema na hora de abrir o tanque para abastecer. O peso pode forçar o miolo da fechadura, abrindo folgas e prejudicando seu funcionamento. Sem contar que o metal das chaves e chaveiro, em contato com a pintura da moto, pode arranhar a lataria.

  •       Checagem dos freios

Outro indicador que deve ser checado a cada 1.000km rodados é o sistema de freios. Muitas motos têm freio à disco na roda dianteira, mantendo o modelo em tambor na roda traseira. É preciso checar ambos. O disco, por estar exposto, é mais fácil de ser visualizado. Se as pastilhas de freio estiverem com menos de 1mm de espessura, devem ser substituídas imediatamente, evitando desgaste do disco de freio, que é bem mais caro. O modelo em tambor, por sua vez, deve ter no máximo 3cm de folga entre as sapatas, sendo necessário um ajuste quando ele se desgasta.

  •       O uso da bateria

Apesar de não ser possível medir com facilidade qual o nível de carga da bateria, o hábito de muitos motociclistas brasileiros de ligar a moto com o farol ligado acelera o desgaste do equipamento, diminuindo a vida útil e forçando a substituição por uma bateria nova num prazo menor. Mudar esse hábito garante uma boa economia.

Criando ou mudando seus hábitos de manutenção preventiva, é possível diminuir a frequência e o custo de visitas ao mecânico da sua moto.

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#GrupoGagliardi #ManutençãoPreventiva #Motos

Dicas de manutenção preventiva antes de pegar estrada!

Chegou a época de férias, fizemos um check list de manutenção preventiva para você fazer antes de pegar a estrada :

 

  • Combustíveis e lubrificantes – Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.

    Filtros de ar, óleo e combustível – Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante.

    Limpador de para-brisas – Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água.

    Freios – O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa.

    Velas e cabos – Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes.

    Suspensão – O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para evitar que você saia da sua rota.

    Correia dentada – A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.

    Radiador – Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d’água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel.

    Sistema elétrico, faróis e lâmpadas – Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado.

 

Boas férias!
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Tudo o que você precisa saber antes de trocar o óleo do carro

Aprenda a evitar os principais erros na hora de substituir o lubrificante do motor

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.

Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca.

Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.

Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar o lubrificante

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado.

Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

 Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante.

Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Por exemplo, viscosidade acima da indicada resultará em maior consumo de combustível e o lubrificante irá trabalhar em uma temperatura maior, reduzindo sua vida útil. Já viscosidade inferior irá provocar desgaste prematuro do motor. E lembre-se: assim que possível, deve-se fazer a troca completa.

Por Fernando Miragaya – Quatro Rodas Brasil

Descubra como trocar um pneu e livre-se de possíveis apuros

Ninguém está livre de se deparar com um pneu furado, e por mais que possa recorrer a seguradora ou a homens gentis dispostos a ajudar, sempre é bom saber como se virar.

Se você nunca foi surpreendida por um pneu furado ao chegar com pressa para pegar o carro, ou logo depois de passar por um buraco, fique feliz. Essa surpresa nada agradável já incomoda os homens, imagine as mulheres.

Em uma pesquisa realizada por uma loja de carros do Reino Unido com 3000 motoristas, foi constatado que 72% das mulheres habilitadas sequer fazem ideia de como trocar os pneus de seus automóveis, uma realidade que provavelmente deve se confirmar em outros países.

É claro que ao se deparar com um pneu furado, você pode chamar a sua seguradora, apelar para o charme e sensibilizar um homem gentil a socorrê-la, ou se tiver tempo, ligar para o marido ou namorado ir ao seu encontro e fazer o serviço. Mas e se, por acaso, você estivesse sozinha, com pressa e precisasse se virar, saberia por onde começar?

Para ajudar a responder essa pergunta, nesta matéria vamos apresentar um passo a passo de como trocar um pneu.

Certamente não esperamos que você precise dele um dia, mas nem que seja para ficar só na teoria ou para contar vantagem com os amigos na mesa do bar, é sempre bom saber como agir em uma situação de apuros, afinal, para uma mulher moderna e principalmente independente, conhecimento nunca é demais.

  • Regularmente, cheque se o seu carro possui todas as ferramentas necessárias para troca de pneus: triângulo, estepe cheio, macaco e chave de roda e verifique se estão em boas condições de uso.
  • Se o pneu furou e você está sozinha e não tem a quem recorrer, fique tranquila, ligue o pisca alerta e dirija até um ponto tranquilo onde seja possível trocar o pneu em segurança e sem atrapalhar o trânsito.
  • Sinalize a área com o triângulo, observando a distância recomendada para cada tipo de via para indicar para os demais motoristas e evitar acidentes. Em rodovias, essa distância é de pelo menos 30 metros.
  • Localize onde fica o estepe do seu carro, retire o tampão e com a chave de roda, girando no sentido anti-horário e desrrosqueie os parafusos dos pneus antes de colocar o macaco. A dica é utilizar o peso dos pés para facilitar.
  • Coloque o macaco no local indicado do carro e suba até que a roda deixe de tocar o chão. Quando isso acontecer, com a chave de roda retire e guarde os parafusos para não perder.
  • Faça a troca do pneu pelo estepe, recoloque os parafusos e desça o carro.
  • Aperte melhor os parafusos para que fiquem bem presos.

Pronto, o pneu está trocado. Depois disso, você só vai precisar levar o pneu para ser reparado em um borracheiro, ou substituir por um novo. E você também vai precisar de um local apropriado para limpar as mãos que à essa altura devem estar bastante sujas, mas nada que um pouco de água e sabão não resolva.

Escrito por Daniela Azevedo

O que é Cambagem?

É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente.

Os principais itens para incluir na manutenção preventiva

A manutenção preventiva é a forma mais econômica de manter o carro em bom estado. Um automóvel que não está com o motor regulado e com peças desgastadas consome mais combustível e perde desempenho.

1 – Freios

O fluido de freio deve ser trocado em média uma vez por ano. Discos de freio, pastilhas, tambores e outras peças do sistema devem ser revisados a cada 10 mil quilômetros.

2 – Troca de Óleo

Tanto o óleo lubrificante quanto o filtro do óleo precisam ser trocados nas datas estabelecidas pela montadora, em média a cada 10 mil ou a cada seis meses. Se isso não for feito, os danos ao motor podem causar grandes prejuízos. Você também deve consultar o manual do proprietário sobre as trocas de óleo da caixa e da direção hidráulica.

3 – Sistema de Arrefecimento

A cada 30 mil quilômetros é necessário executar uma limpeza no sistema. Radiador e reservatório de expansão são as peças que devem ser limpas. O fluido (água mais aditivo) é responsável pela refrigeração e o perfeito funcionamento do motor. O aditivo do radiador deve ser trocado também a cada 30 mil quilômetros.

4 – Filtro de Ar

Tipo de manutenção rápida, fácil e barata. A razão para substituir o filtro de ar é muito simples: o fluxo de ar auxilia o motor a funcionar com melhor performance, sem exigir muito desgaste. O ideal é que um sistema de filtragem do ar seja substituído a cada ano, mas o tempo de troca depende da utilização do veículo. Quanto mais usado for o veículo, menor o prazo de troca do filtro.

5 – Filtro de combustível

O filtro de combustível é o guardião que evita a passagem de sujeira do tanque do carro para o motor. Ele deve estar sempre em ótimo estado. Ele deve ser trocado entre 10 mil e 15 mil quilômetros.

6 – Alinhamento e balanceamento

Para evitar o desgaste excessivo de pneus, alinhamento e balanceamento são fundamentais. Recomenda-se executar o serviço no máximo a cada 10 mil quilômetros, além de aproveitar e fazer o rodizio dos pneus.

7 – Velas

As velas são fundamentais para o bom funcionamento do motor. Não é preciso sentir uma falha para trocá-las. Elas podem estar danificadas mesmo com o funcionamento aparentemente normal. A substituição das velas deve ser feita exatamente na data estabelecida pela montadora, que pode variar de 15 mil a 100 mil, conforme a marca.

Fonte: Terra – Meu Automóvel

3 dicas para que seu ar condicionado dure mais tempo

No verão, o ar-condicionado é um dos equipamentos mais procurados para amenizar o desconforto gerado pelas altas temperaturas. Porém, quando não tomados os cuidados necessários, o aparelho pode se tornar um vilão para a saúde. O ar frio é um dos responsáveis pela incidência de doenças respiratórias e pela proliferação de bactérias no ar. Por isso, mesmo um pequeno descuido pode ser o causador de reações alérgicas por causa do ressecamento das mucosas do nariz, predispondo pessoas às infecções ou agravando doenças pré-existentes.

Para garantir uma viagem confortável e fresquinha sem riscos, o motorista deve sempre checar o estado do filtro que compõe o sistema de ar-condicionado de seu caminhão. Esse é o responsável por filtrar as impurezas do ar externo e do que circula internamente na cabine. Esse processo reduz a quantidade de partículas como poeira, pólen, bactérias e fungos dentro do veículo.

Dicas para conservar o ar-condicionado:

Eduardo Pinto, supervisor de Engenharia de Climatização da Ford América do Sul, dá algumas dicas para utilizar o ar-condicionado da forma mais proveitosa, com eficiência, conforto e economia de combustível:

  • Manutenção do filtro: esse é um fator essencial para que todo o sistema funcione de maneira adequada. O processo de limpeza, ou até a troca do filtro, deve ser realizado a cada 20 mil quilômetros ou dois anos. Já para os veículos que circulam em regiões de terra ou solos porosos, esse intervalo de tempo deve ser menor.
  • Evite a umidade excessiva: minutos antes de chegar ao seu destino, desligue o equipamento e mantenha a ventilação na velocidade máxima, com a saída de ar voltada para o painel e os pés. Também acione o seletor de temperatura no ar quente e mantenha a ventilação no nível máximo por cerca de dois minutos. Esse processo ajuda a secar o sistema de ar, evitando a umidade que facilita a propagação de micro-organismos maléficos.
  • Atenção ao manual do proprietário do veículo: é fundamental utilizar o manual do proprietário, que serve como guia ao usuário para melhor utilização do ar-condicionado em condições ambientais adversas e seguir o cronograma de manutenção periódica do veículo.

“Ter um ar-condicionado eficiente no veículo não é só uma questão de conforto ou conveniência, mas também de segurança. Além de desembaçar os vidros e renovar o ar da cabine, ele serve para evitar a sonolência causada pelo calor excessivo e deixar o motorista mais alerta”, conclui Eduardo.

Fonte: Adaptado de Assessoria Ford – Pé Na Estrada

Quais são os carros mais vendidos do Brasil por versão?

Nas listas de mais vendidos no Brasil nos últimos anos, o Chevrolet Onix domina com folga. Mas se dividirmos os modelos por versões específicas de acabamento e motorização, quem são os mais emplacados do país?

Dados disponibilizados pela consultoria Jato mostram que o início do ranking não é lá muito diferente do que já conhecemos, com as configurações 1.0 de Onix, Ka, Sandero e HB20 figurando entre os cinco mais vendidos.

No caso do Onix, os 28.135 exemplares da liderança são da versão de entrada Joy, que mantém o visual antigo do modelo, junto de uma lista de equipamentos modesta.

O compacto da Chevrolet volta a aparecer em terceiro colocado na configuração LT com motor 1.0. As versões LT 1.4 (16º), LTZ 1.4 (17º) e LTZ 1.4 automático (48º) também aparecem na lista.

Depois vem o Ka SE 1.0. No compacto da Ford, vale o destaque para as fracas vendas das versões com motor 1.5. Nenhuma está entre os 50 da lista presente no final desta matéria, ao contrário da SE Plus 1.0 (13º) e do sedã Ka+ SE 1.0 (46º).

O Renault Sandero aparece em 4º lugar na versão Expression 1.0 e em 11º na configuração Authentique 1.0. Já o Hyundai HB20, segundo lugar entre os modelos acumulados, fica em 5º com a versão Comfort Plus 1.0, segundo os números da Jato, em 12º com o Comfort 1.0 e em 28º com o Comfort Plus BlueMedia 1.0.

O primeiro não-popular da lista é o Toyota Corolla, cuja versão intermediária XEi 2.0 aparece na 6ª colocação, mesmo custando mais de R$ 100 mil.

Outra curiosidade do sedã é a grande participação do motor 1.8, ao contrário do que o senso comum nos forçar a pensar. Depois do XEi, o GLi Upper aparece em 43º lugar e o GLi mais simples em 46º.

Ainda mais surpreendente é a presença da Fiat Toro Freedom 1.8 automática (versão de entrada da picape intermediária) na 7ª posição, à frente de medalhões do mercado como VW Gol Trendline 1.0 e Fiat Strada Working.

Entre os SUVs, quem se dá melhor é o Honda HR-V EX 1.8, o único do segmento a figurar no Top 10. Mas há dois concorrentes se aproximando perigosamente: o Hyundai Creta na versão topo de linha Prestige 2.0, na 15ª colocação, e o Jeep Compass Longitude 2.0 flex, em 18º.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/quais-sao-os-carros-mais-vendidos-do-brasil-por-versao/