Tudo o que você precisa saber antes de trocar o óleo do carro

Aprenda a evitar os principais erros na hora de substituir o lubrificante do motor

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.

Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca.

Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.

Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar o lubrificante

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado.

Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

 Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante.

Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Por exemplo, viscosidade acima da indicada resultará em maior consumo de combustível e o lubrificante irá trabalhar em uma temperatura maior, reduzindo sua vida útil. Já viscosidade inferior irá provocar desgaste prematuro do motor. E lembre-se: assim que possível, deve-se fazer a troca completa.

Por Fernando Miragaya – Quatro Rodas Brasil

Descubra como trocar um pneu e livre-se de possíveis apuros

Ninguém está livre de se deparar com um pneu furado, e por mais que possa recorrer a seguradora ou a homens gentis dispostos a ajudar, sempre é bom saber como se virar.

Se você nunca foi surpreendida por um pneu furado ao chegar com pressa para pegar o carro, ou logo depois de passar por um buraco, fique feliz. Essa surpresa nada agradável já incomoda os homens, imagine as mulheres.

Em uma pesquisa realizada por uma loja de carros do Reino Unido com 3000 motoristas, foi constatado que 72% das mulheres habilitadas sequer fazem ideia de como trocar os pneus de seus automóveis, uma realidade que provavelmente deve se confirmar em outros países.

É claro que ao se deparar com um pneu furado, você pode chamar a sua seguradora, apelar para o charme e sensibilizar um homem gentil a socorrê-la, ou se tiver tempo, ligar para o marido ou namorado ir ao seu encontro e fazer o serviço. Mas e se, por acaso, você estivesse sozinha, com pressa e precisasse se virar, saberia por onde começar?

Para ajudar a responder essa pergunta, nesta matéria vamos apresentar um passo a passo de como trocar um pneu.

Certamente não esperamos que você precise dele um dia, mas nem que seja para ficar só na teoria ou para contar vantagem com os amigos na mesa do bar, é sempre bom saber como agir em uma situação de apuros, afinal, para uma mulher moderna e principalmente independente, conhecimento nunca é demais.

  • Regularmente, cheque se o seu carro possui todas as ferramentas necessárias para troca de pneus: triângulo, estepe cheio, macaco e chave de roda e verifique se estão em boas condições de uso.
  • Se o pneu furou e você está sozinha e não tem a quem recorrer, fique tranquila, ligue o pisca alerta e dirija até um ponto tranquilo onde seja possível trocar o pneu em segurança e sem atrapalhar o trânsito.
  • Sinalize a área com o triângulo, observando a distância recomendada para cada tipo de via para indicar para os demais motoristas e evitar acidentes. Em rodovias, essa distância é de pelo menos 30 metros.
  • Localize onde fica o estepe do seu carro, retire o tampão e com a chave de roda, girando no sentido anti-horário e desrrosqueie os parafusos dos pneus antes de colocar o macaco. A dica é utilizar o peso dos pés para facilitar.
  • Coloque o macaco no local indicado do carro e suba até que a roda deixe de tocar o chão. Quando isso acontecer, com a chave de roda retire e guarde os parafusos para não perder.
  • Faça a troca do pneu pelo estepe, recoloque os parafusos e desça o carro.
  • Aperte melhor os parafusos para que fiquem bem presos.

Pronto, o pneu está trocado. Depois disso, você só vai precisar levar o pneu para ser reparado em um borracheiro, ou substituir por um novo. E você também vai precisar de um local apropriado para limpar as mãos que à essa altura devem estar bastante sujas, mas nada que um pouco de água e sabão não resolva.

Escrito por Daniela Azevedo

O que é Cambagem?

É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente.

3 dicas para que seu ar condicionado dure mais tempo

No verão, o ar-condicionado é um dos equipamentos mais procurados para amenizar o desconforto gerado pelas altas temperaturas. Porém, quando não tomados os cuidados necessários, o aparelho pode se tornar um vilão para a saúde. O ar frio é um dos responsáveis pela incidência de doenças respiratórias e pela proliferação de bactérias no ar. Por isso, mesmo um pequeno descuido pode ser o causador de reações alérgicas por causa do ressecamento das mucosas do nariz, predispondo pessoas às infecções ou agravando doenças pré-existentes.

Para garantir uma viagem confortável e fresquinha sem riscos, o motorista deve sempre checar o estado do filtro que compõe o sistema de ar-condicionado de seu caminhão. Esse é o responsável por filtrar as impurezas do ar externo e do que circula internamente na cabine. Esse processo reduz a quantidade de partículas como poeira, pólen, bactérias e fungos dentro do veículo.

Dicas para conservar o ar-condicionado:

Eduardo Pinto, supervisor de Engenharia de Climatização da Ford América do Sul, dá algumas dicas para utilizar o ar-condicionado da forma mais proveitosa, com eficiência, conforto e economia de combustível:

  • Manutenção do filtro: esse é um fator essencial para que todo o sistema funcione de maneira adequada. O processo de limpeza, ou até a troca do filtro, deve ser realizado a cada 20 mil quilômetros ou dois anos. Já para os veículos que circulam em regiões de terra ou solos porosos, esse intervalo de tempo deve ser menor.
  • Evite a umidade excessiva: minutos antes de chegar ao seu destino, desligue o equipamento e mantenha a ventilação na velocidade máxima, com a saída de ar voltada para o painel e os pés. Também acione o seletor de temperatura no ar quente e mantenha a ventilação no nível máximo por cerca de dois minutos. Esse processo ajuda a secar o sistema de ar, evitando a umidade que facilita a propagação de micro-organismos maléficos.
  • Atenção ao manual do proprietário do veículo: é fundamental utilizar o manual do proprietário, que serve como guia ao usuário para melhor utilização do ar-condicionado em condições ambientais adversas e seguir o cronograma de manutenção periódica do veículo.

“Ter um ar-condicionado eficiente no veículo não é só uma questão de conforto ou conveniência, mas também de segurança. Além de desembaçar os vidros e renovar o ar da cabine, ele serve para evitar a sonolência causada pelo calor excessivo e deixar o motorista mais alerta”, conclui Eduardo.

Fonte: Adaptado de Assessoria Ford – Pé Na Estrada

Quais são os carros mais vendidos do Brasil por versão?

Nas listas de mais vendidos no Brasil nos últimos anos, o Chevrolet Onix domina com folga. Mas se dividirmos os modelos por versões específicas de acabamento e motorização, quem são os mais emplacados do país?

Dados disponibilizados pela consultoria Jato mostram que o início do ranking não é lá muito diferente do que já conhecemos, com as configurações 1.0 de Onix, Ka, Sandero e HB20 figurando entre os cinco mais vendidos.

No caso do Onix, os 28.135 exemplares da liderança são da versão de entrada Joy, que mantém o visual antigo do modelo, junto de uma lista de equipamentos modesta.

O compacto da Chevrolet volta a aparecer em terceiro colocado na configuração LT com motor 1.0. As versões LT 1.4 (16º), LTZ 1.4 (17º) e LTZ 1.4 automático (48º) também aparecem na lista.

Depois vem o Ka SE 1.0. No compacto da Ford, vale o destaque para as fracas vendas das versões com motor 1.5. Nenhuma está entre os 50 da lista presente no final desta matéria, ao contrário da SE Plus 1.0 (13º) e do sedã Ka+ SE 1.0 (46º).

O Renault Sandero aparece em 4º lugar na versão Expression 1.0 e em 11º na configuração Authentique 1.0. Já o Hyundai HB20, segundo lugar entre os modelos acumulados, fica em 5º com a versão Comfort Plus 1.0, segundo os números da Jato, em 12º com o Comfort 1.0 e em 28º com o Comfort Plus BlueMedia 1.0.

O primeiro não-popular da lista é o Toyota Corolla, cuja versão intermediária XEi 2.0 aparece na 6ª colocação, mesmo custando mais de R$ 100 mil.

Outra curiosidade do sedã é a grande participação do motor 1.8, ao contrário do que o senso comum nos forçar a pensar. Depois do XEi, o GLi Upper aparece em 43º lugar e o GLi mais simples em 46º.

Ainda mais surpreendente é a presença da Fiat Toro Freedom 1.8 automática (versão de entrada da picape intermediária) na 7ª posição, à frente de medalhões do mercado como VW Gol Trendline 1.0 e Fiat Strada Working.

Entre os SUVs, quem se dá melhor é o Honda HR-V EX 1.8, o único do segmento a figurar no Top 10. Mas há dois concorrentes se aproximando perigosamente: o Hyundai Creta na versão topo de linha Prestige 2.0, na 15ª colocação, e o Jeep Compass Longitude 2.0 flex, em 18º.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/noticias/quais-sao-os-carros-mais-vendidos-do-brasil-por-versao/

9 Carros mais amados pelas Mulheres Brasileiras

Do mais robusto ao mais delicado. Conheça os carros de mulher favoritos no Brasil

Detalhistas, exigentes e cuidadosas, as mulheres tendem a ser caprichosas na hora de escolher um veículo. Entre os itens com os quais elas mais se preocupam estão o espaço, posição do banco, entretenimento e até ganchos e porta-trecos. Mas não é só isso!

Elas também estão atentas aos custos com a manutenção, combustível, IPVA e seguro do automóvel. E todos esses fatores costumam entrar na análise das jovens motoristas na hora de escolher o seu primeiro carro. E, claro, não podemos deixar de mencionar se ele é ou não é bonitinho! Ou seja, o design também é, sem dúvida, um fator a mais na hora de conquistar este público.

Não se engane pelos modelos simpáticos e arredondados! Os modelos conhecidos como carros de mulher estão muito diversificados, entre potência, custo x benefício e elegância. O Land Rover Evoque, por exemplo, apesar do estilo invocado, tem encantado mulheres que já não querem mais carros “fofinhos”.

Agora é que são elas!

Como a venda de autos para o público feminino só cresce, algumas montadoras já investem em pesquisas direcionadas especialmente para mulheres. Entre as preocupações das fábricas estão segurança, acabamentos, acessórios, cores, posição elevada do banco, estofados, quebra-sol (por que ninguém vive sem um espelhinho!) e até a maçaneta, pois algumas já reclamaram de ter quebrado a unha ao abrir o carro – e isso já está sendo levado em consideração!

Conheça agora os preferidos! Confira a lista abaixo e descubra quais são os modelos e quais foram as considerações apontadas por elas:

1. Citroën C3

O design curvilíneo é encantador à primeira vista! Compacto e confortável, ele tem mais da metade de suas vendas destinadas a elas. No Brasil, é o carro preferido das mulheres. Fácil de estacionar, ele agrega uma legião de fãs por ser um aliado na hora de achar uma vaga nas grandes cidades.

2. Volkswagen Fox

Hoje ele já possui um grande catálogo de cores desenvolvido para este modelo, o que pode trazer ainda mais consumidoras. A participação das mulheres na compra do Fox é tanta que as opiniões delas influenciaram grande parte do upgrade do modelo feito em 2009. E entre as mudanças está o ar condicionado, que foi redesenhado para não estragar a unha da motorista!

3. Honda Fit

Aqui o espaço interno é um diferencial. Este carro é versátil e permite uma ampla configuração dos assentos, possibilitando o transporte de objetos como carrinhos e bicicletas. Outros pontos fortes são a posição do volante, que permite maior visibilidade, e a direção elétrica que é leve e macia.

4. Fiat Uno

Desde que o novo modelo chegou no mercado há cerca de 6 anos, as vendas deste carro não pararam de crescer. Econômico e com preço baixo, ele chama a atenção pela variedade de customização: que vai desde adesivos temáticos a uma cartela de cores chamativas e poderosas!

5. Ford EcoSport

A altura aqui é sem dúvida um diferencial. Além de ser imponente, ele possibilita um campo de visão privilegiado, trazendo mais segurança para a motorista.  Este SUV compacto também é acessível e dispõe de uma série de tecnologias e funcionalidades. Entre elas está a partida do motor no botão dos modelos novos e o câmbio automático.

6. Volkswagen New Beetle

Ah, esse não precisa nem de muitas explicações! Ele tem um vasinho para flores próximo ao volante. Mas não se engane pelo design fofo – que já foi até inspiração para o carro da Barbie. O motor desta máquina é um dos mais potentes da marca!

7. Ford Ka

Este sempre conquistou o coração delas desde o primeiro modelo, que chegou no país em 1997. Já o novo Ka só fez esse amor crescer sendo ainda mais confortável sem perder seu principal atributo: ele cabe em qualquer lugar!

8. Kia Soul

Seu design arrojado e elegante é só um detalhe se comparado às suas funcionalidades. O utilitário encaixado na linha dos crossover compactos ganha mimos da marca coreana como câmera de ré e teto solar.

9. Fiat 500

O ar retrô deste automóvel é de matar! Não tem como não ficar babando com esse carro típico das ruas italianas. Compacto, ele não deixa de oferecer opções encantadoras como o teto conversível. As variedades de personalização interna e externa também são um charme à parte. E já falamos que a pronúncia é tão fofa quanto o modelo? Ou vai dizer que não é demais pronunciar o nome dele em italiano: “cinquecento”, bello!

Fonte: https://guiaauto.bemmaisseguro.com

5 dicas para limpar bem o interior do carro e gastar pouco!

Por mais que você limpe a lataria, os pneus, as rodas e os retrovisores do seu carro, é preciso também dar atenção ao lado de dentro, já que é ali onde você passar muito mais tempo.

Para manter o interior limpo, é importante evitar a sujeira. Tente evitar, por exemplo, comer dentro do carro. Isso salvaria os bancos e os tapetes, pois estes são os mais sensíveis e os que mais precisam de toques especiais.

Seguem dicas simples para qualquer um fazer em casa e manter o interior do carro sempre limpo:

Para limpar o painel
No painel, é importante ser delicado. Não jogue água diretamente. Use um pano úmido e certifique-se de que o pano não esteja sujo, para não afetar a superfície. Você também pode passar um pano de microfibra com silicone para lustrar. O mais importante é retirar toda a poeira que se acumula junto aos instrumentos do painel.

Para limpar os tapetes
Se os tapetes do seu carro forem feitos de borracha, é indicado retirá-los e lavá-los com água, sabão e uma escovinha. Isso permite limpar entre as ranhuras e retirar toda sujeira. Se seu tapete for do tipo “carpete”, então uma boa escova úmida é o suficiente. Além disso, tenha cuidado ao secar, pois o tapete tipo carpete precisa de mais tempo para secar e não ficar cheirando mal dentro do carro.

Para limpar os vidros
A limpeza interna dos vidros é outro ponto de atenção. Isso porque é preciso retirar a gordura causada pelo suor e as tradicionais manchas que ficam quando alguém encosta a mão ou os dedos no vidro. A dica é usar um pano limpo de microfibra com produtos adequados para essa limpeza, como o cristalizador de vidros, que serve tanto para os vidros, quanto para os retrovisores. Depois, basta finalizar a limpeza com um antiembaçante, para evitar que a visibilidade fique prejudicada em dias de chuva.

Para limpar o estofamento
Para não dificultar na secagem, evite usar água diretamente no estofamento, para que não umedeça a espuma. Se estiver com sujeira mais pesada, use um pano úmido com detergente. Se não houver nada demais, use um aspirador de pó para tirar a sujeira leve. Se seu banco for feito de couro, use um pano seco e macio, semanalmente. Os bancos com cor clara precisam de limpeza mais profunda porque deixam a sujeira mais evidente. Nesse caso, é bom passar um pano macio e úmido com sabão líquido (que é menos abrasivo) neutro e depois retirar com um pano seco o excesso.

Para limpar o interior em geral
Todos os compartimentos, como porta-luvas, porta-copos, o próprio volante e até mesmo o chão do carro, podem ser limpos com aspirador de pó e produtos com pouca química, para que não prejudiquem ou alterem o material. Por exemplo, alguns desses “preteadores” a base de silicone não são indicados, pois são abrasivos. Portanto, use apensa um pano para retirar sujeira mais grossa e aspirador para as sujeiras leves.

www.grupogagliardi.com

Diferenças entre óleo Mineral e Sintético.

Existem basicamente três tipos de óleo lubrificante: mineral, semi-sintético e sintético. Quais as diferenças básicas entre eles e as vantagens de cada um?

Os lubrificantes de base mineral são formulados com óleos básicos derivados do refino do petróleo. São compostos de frações de hidrocarbonetos podendo ser classificados como parafínicos, naftênicos ou aromáticos de acordo com a composição química, origem do petróleo e com os processos de refino.

Os óleos sintéticos possuem composição química bem definida, e são obtidos a partir de reações químicas de polimerização de insumos provenientes da indústria petroquímica. Podemos dizer que os óleos sintéticos foram desenvolvidos exclusivamente para serem utilizados como lubrificantes, sendo assim, possuem características excelentes para desenvolverem este papel. Seu processo de fabricação requer cuidados especiais, refletidos no produto final. Os óleos sintéticos, por sua maior estabilidade e detergência, mantêm suas propriedades por um período mais longo que os óleos minerais.

Os óleos semi-sintéticos constituem-se de uma mistura de bases minerais e sintéticas, em proporções variadas. Apresentam desta forma características intermediárias, de acordo com o percentual de cada base. Os óleos sintéticos apresentam, por exemplo, melhor resistência à oxidação que os óleos minerais. Quanto maior for o teor de base sintética em um óleo semi-sintético maior será sua resistência à oxidação.

É bom ressaltar que o benefício oferecido pelo óleo sintético está na lubrificação mais eficiente garantindo um aumento na vida útil do motor, e nunca na extensão do período de troca. Devido sua excelente estabilidade térmica e à oxidação, podem trabalhar sob temperaturas mais elevadas que os óleos minerais. Além disso, sua película lubrificante é mais resistente se mantendo mesmo nas condições mais severas de carga.

 

Evite danos da maresia no carro

Os motoristas do litoral brasileiro já estão acostumados com uma fina névoa úmida e salgada vinda do mar. A famosa “maresia” é uma grande vilã dos veículos, pois causa a corrosão de objetos metálicos, podendo até enferrujar a lataria do automóvel. Para evitar problemas, confira algumas dicas: após o período na praia, verifique se os terminais de bateria, conectores elétricos, filtros de ar e equipamento de lubrificação estão livres de água e areia.

Durante a estadia no litoral, tente guardar seu carro num lugar coberto e fechado durante a noite. Caso permaneça na praia por mais de 15 dias, encaminhe seu carro para lavagem especial. Os resíduos de areia e sal podem romper as coifas do amortecedor, comprometendo o desempenho da suspensão do veículo. Portanto, a manutenção na caixa de direção e nos amortecedores é sempre importante.

Fonte: http://mobil.cosan.com