9 cuidados diários que você precisa ter com seu veículo

Não tem como fugir: muitos brasileiros sonham em ter um carro próprio. Essa é uma forma de ter mais autonomia no deslocamento, além de proporcionar ótimos momentos de lazer.

Depois de conquistar e levar um veículo para sua garagem, muitos compradores acabam esquecendo que ter um carro exige muito cuidado. Esse zelo, por sua vez, demanda tempo e atenção, mas é a melhor forma de conservá-lo e evitar muita dor de cabeça.

Se você quer conhecer alguns cuidados diários com o veículo que deve adotar, então está no lugar certo. Veja agora mesmo 9 dicas que elencamos aqui. Vamos lá?

1. Dê atenção para o motor

A motorização de um veículo é um ponto muito importante e merece atenção diária. O ideal é ficar de olho sempre que usar o carro — e isso envolve observar seu desempenho e possíveis barulhos e/ou ruídos. Além disso, atente para a emissão de fumaça, pois ela pode sinalizar problemas maiores e que devem ser prevenidos.

2. Mantenha o veículo limpo

Andar em um veículo limpo traz uma sensação ainda melhor, pois o ambiente fica mais confortável. O que poucos motoristas sabem é que essa prática também tem uma forte associação com a tarefa de aumentar sua vida útil do carro. Portanto, adote essa ideia e tenha em mente que esse é um dos principais cuidados diários com o veículo!

Se o orçamento está apertado, lembre-se de que você mesmo pode se responsabilizar pela limpeza. Um aspirador, pano molhado e outros cuidados ajudam muito a manter o carro limpo. Embora algumas pessoas não acreditem, a sujeira pode impregnar depois de algum tempo, então é bom tomar cuidado.

Os estofamentos, por exemplo, podem ser ainda mais danificados, já que têm a possibilidade de ficar permanentemente sujos. Caso ele seja de couro, uma dica é usar produtos específicos que ajudam a evitar rachaduras e fortalecer o material. Por essas e outras, não deixe de investir em uma limpeza consistente e perceba os benefícios que essa prática tem!

3. Calibre os pneus e mantenha alta performance do carro

Esse é outro cuidado simples e que você pode adotar sem grandes dificuldades. Como não é difícil e nem demanda muito tempo, você pode fazer isso no caminho para o trabalho ou quando estiver se deslocando para qualquer outro compromisso.

Para quem não sabe, ter os pneus calibrados é uma forma de aumentar a durabilidade. deles. Isso acontece porque ele passa a se desgastar de forma regular e lenta, então é importante evitar andar abaixo da calibragem recomendada. Caso não saiba qual é o calibre que deve manter, consulte o manual do seu veículo e descubra sem grandes dificuldades.

4. Observe o consumo de combustível

O consumo de combustível é outro ponto que merece atenção diária. Embora nem sempre seja necessário abastecer, é bom ficar de olho se tem a quantidade necessária para se deslocar.

Esse ponto é importante considerando que um tanque vazio é mais propenso ao acúmulo de sujeira e outras impurezas. Isso pode parecer pouco significativo, mas pode trazer grandes problemas para o seu funcionamento (principalmente a médio e longo prazo). Sem contar, ainda, que pane por falta de combustível é fator passível de multa.

5. Esteja atento aos freios

Os freios são importantíssimos quando o assunto é o bom funcionamento de um carro. Para isso, esteja de olho em qualquer ruído ou barulho sempre que precisar acioná-los. Por mais que passe desapercebido para alguns, esse barulho pode revelar algum problema no disco ou na pastilha.

Para não ficar na mão ou até mesmo sofrer com algum problema inesperado, adote essa prática nos cuidados diários com o veículo. Assim você trafega com segurança e preserva a vida de quem você ama!

6. Tenha cuidado com a maneira de dirigir

A forma como dirigimos pode influenciar diretamente na deterioração ou cuidado com o carro. Por isso, ter cautela, prudência e direção defensiva na hora de conduzir são apenas alguns exemplos de como cuidar bem do seu carro.

Dirigir sem cuidado é mais um hábito que pode parecer despretensioso, mas ajuda a desgastar a embreagem e outras peças. Isso porque alguns motoristas insistem em acelerar muito sem grandes necessidades — além de outros comportamentos que não são recomendados.

Quando o assunto é o cuidado com a maneira de dirigir, um ponto que não poderíamos deixar de abordar é o fato de que muitos motoristas mantêm o pé na embreagem. Esse ponto a desgasta, torna seu funcionamento menos eficaz e exige uma troca com mais frequência. Evite essa prática para trafegar sem grandes dificuldades.

7. Analise a situação da pintura

Sempre que for entrar no carro, dê aquela olhada na pintura e perceba se está tudo OK. Se você consegue manter o carro limpo, então consegue cuidar um pouco melhor da pintura.

O cuidado de perceber a situação da pintura é muito importante, pois essa é uma forma de reparar sempre que alguma parte se desgastar. Nesse caso, os cuidados diários com o veículo envolvem remover as sujeiras acumuladas durante o dia, como dejetos de animais e outras substâncias.

Para manter a pintura em dia, evite os descascados, oxidação de metais e até mesmo estacionar no sol. Caso a situação já esteja ruim, uma alternativa é repintar o carro.

8. Observe a condição dos vidros

Os vidros são sensíveis e merecem ser analisados diariamente. Um teste importante é conferir a condição do limpador de para-brisa, pois quando eles estão desgastados podem provocar desgaste na borracha e no próprio vidro.

Somado a isso, esteja atento a qualquer trincado ou desgaste. Algumas vezes pedras e outros materiais são lançados e acabam desgastando essa parte.

9. Cheque o volume de água e óleo

Se você é um apaixonado por carro, então sabe que os cuidados diários com o veículo vão além daqueles aparentes. Olhar e verificar o nível de água e óleo é um cuidado muito importante, pois garantem que ele funcione conforme foi programado.

Quando for realizar essa checagem, uma alternativa é olhar também o sistema de arrefecimento (o radiador). Assim você garante que o funcionamento acontece da melhor forma possível.

Agora que você já conhece alguns dos principais cuidados diários com o veículo, não deixe de adotar cada um deles! Essas práticas fazem toda diferença na performance do seu carro e preservam a desvalorização natural.

Fonte: www.instacarro.com

6 informações chocantes sobre o plástico no meio ambiente

Saiba como pequenas ações do dia a dia podem contribuir para reduzir a poluição desse material na natureza.
Plástico no meio ambiente: o plástico é um material cada vez mais presente na nossa rotina.
Você conhece os impactos dos objetos de plástico no meio ambiente?
O plástico está tão presente no nosso dia a dia que raramente paramos para pensar no quanto prejudicam a natureza.
Saiba que os efeitos dele podem ser muito piores do que imaginamos!
Por isso, em 2018, a ONU (Organização das Nações Unidas) iniciou um movimento de conscientização global.
Segundo a organização, a poluição causada pelo descarte de objetos de plástico é um dos grandes desafios da atualidade.
Plástico no meio ambiente: anualmente, 8 milhões de toneladas de plástico são descartados em nossos oceanos.

1. O plástico pode levar mais de 400 anos para se decompor.
Como boa parte do lixo produzido pelas pessoas demora muito para se decompor e não é destinado para reciclagem, o mundo vive hoje a falta de espaço em aterros sanitários.
Com isso, proliferam-se os lixões a céu aberto, contaminando a água dos rios e lençóis freáticos, o que compromete a nossa saúde.
Um levantamento da Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública) realizado em 2017 mostra que o Brasil possui quase 3 mil lixões ou aterros irregulares — o que impacta a qualidade de vida de 77 milhões de brasileiros.
Em algumas regiões, a situação é alarmante. No Estado de Alagoas, por exemplo, 95% do lixo produzido pela população é abandonado em áreas inadequadas.
O plástico no meio ambiente também pode dificultar a decomposição de outros resíduos, reforçando ainda mais a superlotação dos aterros sanitários.
2. Até 2050, haverá mais plástico nos oceanos do que peixes.
A superlotação de aterros também produz outro fenômeno: o “depósito” de lixo no mar. Aproximadamente 8 milhões de toneladas de plástico são descartados em nossos oceanos anualmente, desequilibrando o ecossistema marinho de várias formas, como:
O plástico degrada-se em partículas menores, que são ingeridas por peixes e outros animais e aves marinhas. Sem capacidade de digestão, eles morrem de forma lenta e dolorosa.
Em grande quantidade no mar, o plástico impede a penetração de oxigênio nos sedimentos, comprometendo também o ciclo bioquímico da flora marinha.
3. O plástico é responsável pela morte de 100 mil animais marinhos a cada ano.
Que tal começar a pensar no impacto do plástico no meio ambiente?
O fenômeno é realmente preocupante: a morte por ingestão de plástico compromete o ciclo reprodutivo das espécies marinhas e estima-se que pelo menos 15% delas hoje estejam em extinção.
Só no caso das tartarugas marinhas, cinco das sete espécies catalogadas correm o risco de sumir dos oceanos, de acordo com levantamento da IUCN (União Internacional de Conservação da Natureza).
As aves marinhas, como pelicanos e albatrozes, também são vítimas desse fenômeno: até 2050, pelo menos 99% delas terão ingerido plástico.
4. 91% do plástico utilizado no mundo não é reciclado.
A reciclagem dos materiais plásticos ainda é insuficiente.
A produção em larga escala dos materiais sintéticos à base de plástico começou por volta dos anos 50.
Desde então, estima-se que em 65 anos o mundo produziu 8,3 bilhões de toneladas de plástico, mas só reciclou 9% desse total.
Mesmo com todos os problemas já identificados, o ritmo de produção e descarte não diminui: até 2050, existirão pelo menos mais 12 mil milhões de toneladas de plástico no meio ambiente.
Para mudar esse panorama, muitos hábitos diários precisam ser repensados — já que alguns dados sobre o nosso perfil de consumo são igualmente chocantes.
5. No mundo, 1 milhão de garrafas de plástico são compradas a cada minuto.
E as garrafas plásticas continuam sendo produzidas em larga escala.
Infelizmente, o ritmo de reciclagem não acompanha a produção: apenas metade das garrafas plásticas compradas em 2016 foi coletada para reciclagem. Somente 7% delas foram convertidas em novas unidades, segundo dados do jornal inglês The Guardian.
6.Todos os anos são usadas até 500 bilhões de sacolas plásticas descartáveis.
Você costuma usar sacolas plásticas no supermercado? Pois é. As sacolas plásticas são bastante úteis e até parecem inofensivas, mas causam um grande estrago no meio ambiente.
Elas levam pelo menos 200 anos para se degradar, além trazerem diversos transtornos, como:
Entopem passagens de água nos córregos e bueiros, contribuindo para a retenção de lixo e enchentes em épocas de chuva.
São frequentemente ingeridas por aves marinhas, provocando a morte delas.
Como o plástico das sacolas é feito com polietileno, substância originada do petróleo, sua decomposição libera gás carbônico e polui o ambiente, além de contribuir com o efeito estufa.

Afinal, como reduzir o descarte de plástico no meio ambiente?
Mudança de atitude pode fazer toda a diferença!
Todo esse panorama mostra uma demanda muito urgente: como o ritmo de reciclagem não acompanha a produção, não basta separar o lixo — é importante reduzir o consumo de forma drástica.

O programa Troca Inteligente dos lubrificantes Mobil, utiliza minitanques e permite o abastecimento do lubrificante direto no cárter do veículo, e ganha cada vez mais aderência em todo o Brasil. Dentre os motivos, está a sua inovação e praticidade – seja para as revendas ou consumidores finais, seja para os frotistas. Mas a marca Mobil, na vanguarda do mercado, ultrapassa esses benefícios e se destaca acreditando no que será uma tendência no futuro.

Indo além de vantagens como o melhor controle do estoque e a redução do descarte de embalagens no meio ambiente, o grande diferencial da Troca Inteligente é a garantia sustentável da mesma qualidade e alta tecnologia dos lubrificantes Mobil embalados.
Confira algumas mudanças de hábito que você pode adotar para fazer a sua parte!
No supermercado
Lembre-se sempre de levar ecobags ou sacolas de feira para evitar a utilização das sacolas plásticas.
Se estiver de carro, também vale pedir caixas de papelão para colocar suas compras.
Prefira comprar produtos com embalagens biodegradáveis, que seguem um processo de decomposição natural no meio ambiente. Já existem opções com matéria-prima orgânica, como bagaço de cana-de-açúcar, fécula de mandioca, fibra de coco, etc.
Adote garrafas retornáveis para produzir menos lixo.
Evite os sacos plásticos e embalagens de isopor na compra de frutas, verduras e legumes.
Tente levar saquinhos de pano para as compras de itens a granel.
Prefira sempre embalagens de vidro e caixas em vez de garrafas de plástico.
Em bares e restaurantes
Dispense totalmente os canudos de plástico.
Valorize estabelecimentos que seguem boas práticas de preservação ambiental.
Prefira pedir bebidas em garrafas de vidro.
Em casa
Tente reutilizar embalagens de plástico, como potes de sorvete e manteiga, por exemplo, em vez de comprar novos recipientes.
Lave as embalagens de plástico que vão para o lixo e separe para a devida coleta de material reciclável.
Dê o exemplo e estimule os outros membros da sua família a adotarem a mudança de hábitos também.
Substitua itens de higiene pessoal, como fraldas descartáveis e absorventes por versões mais ecológicas, como fraldas de pano e coletores menstruais.
Faça um mapeamento de hábitos e invista em pequenas mudanças: o sabonete líquido, por exemplo, pode ser substituído pelo sólido para evitar uma considerável produção de lixo.
Evite o uso de descartáveis, como copos, talheres e pratinhos.
No trabalho
Tenha sua própria caneca para bebidas como água e café, evitando o uso de copos descartáveis.
Promova o consumo consciente. Estimule seus colegas a fazerem o mesmo.
Nas redes sociais
Para estimular o consumo consciente, participe do desafio proposto pela ONU e compartilhe boas práticas nas redes sociais utilizando a hashtag #AcabeComAPoluiçãoPlástica.
E aí, está convencido de que precisa fazer a sua parte para contribuir com a redução do plástico no meio ambiente?
A partir das nossas dicas, elabore uma lista de comportamentos que podem ser mudados e coloque em prática o quanto antes para inspirar outras pessoas!
Fonte: SENAC

Etilômetro passivo: entenda o novo bafômetro que aumentou multas em 38%

O uso de um novo bafômetro ajudou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a ampliar em 38% entre 2017 e 2018 o número de motoristas que foram flagrados dirigindo embriagados pelas rodovias federais de São Paulo. Se trata do etilômetro passivo, que passou a ser usado no ano passado.

O equipamento é um pequeno bastão que capta a presença de álcool no ar e não exige do motorista assoprar um bocal. A ponta é luminosa e brilha na cores vermelha, se houver presença de álcool, e verde, se não houver.

Porta-voz da PRF em São Paulo, Tibério Freitas explicou que o bafômetro passivo é um “coadjuvante”, mas que tem garantido mais eficiência e agilidade às fiscalizações.

“A vantagem é que o aparelho é muito rápido e permite que seja utilizado novamente de forma quase imediata, sem que o policial precise fazer um autoteste ou a limpeza do bocal. Com isso, conseguimos fazer uma triagem e, nos casos indicados, submetemos o motorista ao etilômetro convencional, que é mais preciso e imprime o resultado.”

Em 2017, a PRF multou 1.397 motoristas que foram flagrados bêbados nas rodovias federais paulistas. No ano passado, o primeiro com o “novo bafômetro”, o número saltou para 1.930.

Dá para recusar o teste?

O teste com o etilômetro convencional pode ser recusado. Mas é considerada uma infração gravíssima. Segundo os advogados Andrea Venerando e Cid Barcellos, especialistas em direito de trânsito, que falaram ao Portal UOL, o motorista recebe as mesmas punições administrativas do motorista embriagado que aceita fazer o teste.

Além disso, o veículo é apreendido caso não haja outro motorista habilitado e autorizado a conduzi-lo no momento. Caso haja a condenação administrativa, o motorista passa a responder a um inquérito criminal por crime de trânsito.

E o teste com o etilômetro passivo? Nós respondemos essa pergunta lá no site do Trucão. Clique aqui para conferir a resposta!

Multa

O condutor embriagado recebe multa de R$ 2,9 mil e responde a processo administrativo para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Os que excedem os 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido cometem crime de trânsito e podem ser presos por até três anos.

A PRF tem hoje 18 etilômetros passivos, número ainda insuficiente para todas as equipes em São Paulo. “É um recurso novo e que aumenta o número de fiscalizações possíveis dentro de uma blitz. Com mais pessoas fiscalizadas, aumentamos a chance de encontrarmos os motoristas que não cumprem a Lei Seca”, afirmou o porta-voz.

Fonte: Trucão

Dicas para você obter o melhor rendimento dos pneus e aumentar sua durabilidade.

Para você que sabe da importância de cuidar bem do seu veículo, preparamos algumas dicas que irão auxiliá-lo a obter o melhor rendimento dos pneus.

Algumas curiosidades sobre pneus

O pneu liso (Slick) é o mais silencioso.

À medida que se desgastam (desgaste regular), os pneus fazem menos ruído.

A origem dos ruídos acontece devido às vibrações provocadas por três fatores: estrutura do pneu, ar no interior do pneu ou a passagem do ar pelo desenho do pneu.

Há 2 tipos de propagação dos ruídos: através do ar ou fazendo os elementos do seu veículo vibrar.

Quanto menos uniforme o pneu, maiores as possibilidades de vibrações. Isso pode ocorrer por problema de balanceamento, falso redondo do pneu, problema de centragem da roda ou variação da rigidez da estrutura.

Conselhos e recomendações

Diante de um problema de vibração e ruído, tentar isolar as causas que podem produzi-lo. Para isso:

  • Teste o veículo para identificar como ele se manifesta: em que eixo, o que vibra e a que velocidade;
  • Pergunte-se: algo foi trocado no veículo recentemente?
  • Verifique pneus, rodas, forma de desgaste, pressão, balanceamento;
  • Cheque as folgas na centragem da roda, dos pneus nos aros e das porcas de fixação;
  • Confira o desgaste dos pneus e veja se é necessário trocá-los;
  • Em casos de problemas irreversíveis no pneu, troque-o imediatamente;
  • Verifique problemas mecânicos, folgas na suspensão ou problemas nos freios.

 

Fonte: Michelin

5 dicas para a Manutenção Preventiva de sua Moto

  •       Lubrificação da corrente

Em condições normais, no asfalto, a corrente deve ser lubrificada com óleo adequado a cada 500km rodados, em média. Porém, sob chuva forte e alagamento, ou em dias muito quentes, ou ainda após transitar sob forte poeira, essa lubrificação deve ocorrer antes, evitando o desgaste tanto da corrente quanto da coroa e do pinhão.

Não custa lembrar que a cada 1.000km rodados o motociclista deve verificar a folga da corrente. No manual do proprietário existem orientações sobre qual a folga máxima, em centímetros, permitida para rodar com segurança.

O óleo de lubrificação do motor também deve ser checado a cada 1.000km rodados. Além de resfriar os componentes internos, o óleo evita o desgaste excessivo do motor e diminui o atrito do câmbio. Para evitar distorções na medição, desligue o motor por 5 minutos e, em seguida, segure a moto na posição vertical, sem usar o apoio lateral. Somente após esse procedimento você poderá checar se o nível de óleo está correto, completando caso esteja muito baixo.

É importante deixar sempre anotado qual a especificação do óleo no motor. Informações como fabricante, viscosidade e prazos para substituição do fluido devem estar sempre à mão.

  •       Chaves e chaveiros no tanque de combustível

Pode parecer bobagem, mas deixar diversas chaves no mesmo chaveiro da moto pode ser um problema na hora de abrir o tanque para abastecer. O peso pode forçar o miolo da fechadura, abrindo folgas e prejudicando seu funcionamento. Sem contar que o metal das chaves e chaveiro, em contato com a pintura da moto, pode arranhar a lataria.

  •       Checagem dos freios

Outro indicador que deve ser checado a cada 1.000km rodados é o sistema de freios. Muitas motos têm freio à disco na roda dianteira, mantendo o modelo em tambor na roda traseira. É preciso checar ambos. O disco, por estar exposto, é mais fácil de ser visualizado. Se as pastilhas de freio estiverem com menos de 1mm de espessura, devem ser substituídas imediatamente, evitando desgaste do disco de freio, que é bem mais caro. O modelo em tambor, por sua vez, deve ter no máximo 3cm de folga entre as sapatas, sendo necessário um ajuste quando ele se desgasta.

  •       O uso da bateria

Apesar de não ser possível medir com facilidade qual o nível de carga da bateria, o hábito de muitos motociclistas brasileiros de ligar a moto com o farol ligado acelera o desgaste do equipamento, diminuindo a vida útil e forçando a substituição por uma bateria nova num prazo menor. Mudar esse hábito garante uma boa economia.

Criando ou mudando seus hábitos de manutenção preventiva, é possível diminuir a frequência e o custo de visitas ao mecânico da sua moto.

www.grupogagaliardi.com

#GrupoGagliardi #ManutençãoPreventiva #Motos

Dicas de manutenção preventiva antes de pegar estrada!

Chegou a época de férias, fizemos um check list de manutenção preventiva para você fazer antes de pegar a estrada :

 

  • Combustíveis e lubrificantes – Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.

    Filtros de ar, óleo e combustível – Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante.

    Limpador de para-brisas – Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água.

    Freios – O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa.

    Velas e cabos – Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes.

    Suspensão – O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para evitar que você saia da sua rota.

    Correia dentada – A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.

    Radiador – Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d’água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel.

    Sistema elétrico, faróis e lâmpadas – Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado.

 

Boas férias!
www.grupogagliardi.com
#GrupoGagliardi

Tudo o que você precisa saber antes de trocar o óleo do carro

Aprenda a evitar os principais erros na hora de substituir o lubrificante do motor

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.

Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca.

Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.

Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar o lubrificante

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado.

Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

 Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante.

Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Por exemplo, viscosidade acima da indicada resultará em maior consumo de combustível e o lubrificante irá trabalhar em uma temperatura maior, reduzindo sua vida útil. Já viscosidade inferior irá provocar desgaste prematuro do motor. E lembre-se: assim que possível, deve-se fazer a troca completa.

Por Fernando Miragaya – Quatro Rodas Brasil

Como escolher o pneu mais adequado para meu veículo?

A escolha de um pneu deve estar em conformidade com a legislação e o equipamento original definido pelo fabricante do veículo, ou por um órgão oficial (dimensão, índices de carga e velocidade, estrutura etc). É necessário levar-se em conta também as condições de utilização do pneu, afim de que as performances do mesmo respondam às necessidades do utilizador.

No mesmo eixo, é obrigatório usar dois pneus iguais com o mesmo desenho da banda de rodagem, a mesma dimensão e desgaste semelhante.

É importante não usar o pneu com uma pressão não recomendada, em uma velocidade ou com uma carga superior àquela determinada pelo seu índice.

Dica Michelin

Descubra como trocar um pneu e livre-se de possíveis apuros

Ninguém está livre de se deparar com um pneu furado, e por mais que possa recorrer a seguradora ou a homens gentis dispostos a ajudar, sempre é bom saber como se virar.

Se você nunca foi surpreendida por um pneu furado ao chegar com pressa para pegar o carro, ou logo depois de passar por um buraco, fique feliz. Essa surpresa nada agradável já incomoda os homens, imagine as mulheres.

Em uma pesquisa realizada por uma loja de carros do Reino Unido com 3000 motoristas, foi constatado que 72% das mulheres habilitadas sequer fazem ideia de como trocar os pneus de seus automóveis, uma realidade que provavelmente deve se confirmar em outros países.

É claro que ao se deparar com um pneu furado, você pode chamar a sua seguradora, apelar para o charme e sensibilizar um homem gentil a socorrê-la, ou se tiver tempo, ligar para o marido ou namorado ir ao seu encontro e fazer o serviço. Mas e se, por acaso, você estivesse sozinha, com pressa e precisasse se virar, saberia por onde começar?

Para ajudar a responder essa pergunta, nesta matéria vamos apresentar um passo a passo de como trocar um pneu.

Certamente não esperamos que você precise dele um dia, mas nem que seja para ficar só na teoria ou para contar vantagem com os amigos na mesa do bar, é sempre bom saber como agir em uma situação de apuros, afinal, para uma mulher moderna e principalmente independente, conhecimento nunca é demais.

  • Regularmente, cheque se o seu carro possui todas as ferramentas necessárias para troca de pneus: triângulo, estepe cheio, macaco e chave de roda e verifique se estão em boas condições de uso.
  • Se o pneu furou e você está sozinha e não tem a quem recorrer, fique tranquila, ligue o pisca alerta e dirija até um ponto tranquilo onde seja possível trocar o pneu em segurança e sem atrapalhar o trânsito.
  • Sinalize a área com o triângulo, observando a distância recomendada para cada tipo de via para indicar para os demais motoristas e evitar acidentes. Em rodovias, essa distância é de pelo menos 30 metros.
  • Localize onde fica o estepe do seu carro, retire o tampão e com a chave de roda, girando no sentido anti-horário e desrrosqueie os parafusos dos pneus antes de colocar o macaco. A dica é utilizar o peso dos pés para facilitar.
  • Coloque o macaco no local indicado do carro e suba até que a roda deixe de tocar o chão. Quando isso acontecer, com a chave de roda retire e guarde os parafusos para não perder.
  • Faça a troca do pneu pelo estepe, recoloque os parafusos e desça o carro.
  • Aperte melhor os parafusos para que fiquem bem presos.

Pronto, o pneu está trocado. Depois disso, você só vai precisar levar o pneu para ser reparado em um borracheiro, ou substituir por um novo. E você também vai precisar de um local apropriado para limpar as mãos que à essa altura devem estar bastante sujas, mas nada que um pouco de água e sabão não resolva.

Escrito por Daniela Azevedo

O que é Cambagem?

É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente.