6 informações chocantes sobre o plástico no meio ambiente

Saiba como pequenas ações do dia a dia podem contribuir para reduzir a poluição desse material na natureza.
Plástico no meio ambiente: o plástico é um material cada vez mais presente na nossa rotina.
Você conhece os impactos dos objetos de plástico no meio ambiente?
O plástico está tão presente no nosso dia a dia que raramente paramos para pensar no quanto prejudicam a natureza.
Saiba que os efeitos dele podem ser muito piores do que imaginamos!
Por isso, em 2018, a ONU (Organização das Nações Unidas) iniciou um movimento de conscientização global.
Segundo a organização, a poluição causada pelo descarte de objetos de plástico é um dos grandes desafios da atualidade.
Plástico no meio ambiente: anualmente, 8 milhões de toneladas de plástico são descartados em nossos oceanos.

1. O plástico pode levar mais de 400 anos para se decompor.
Como boa parte do lixo produzido pelas pessoas demora muito para se decompor e não é destinado para reciclagem, o mundo vive hoje a falta de espaço em aterros sanitários.
Com isso, proliferam-se os lixões a céu aberto, contaminando a água dos rios e lençóis freáticos, o que compromete a nossa saúde.
Um levantamento da Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública) realizado em 2017 mostra que o Brasil possui quase 3 mil lixões ou aterros irregulares — o que impacta a qualidade de vida de 77 milhões de brasileiros.
Em algumas regiões, a situação é alarmante. No Estado de Alagoas, por exemplo, 95% do lixo produzido pela população é abandonado em áreas inadequadas.
O plástico no meio ambiente também pode dificultar a decomposição de outros resíduos, reforçando ainda mais a superlotação dos aterros sanitários.
2. Até 2050, haverá mais plástico nos oceanos do que peixes.
A superlotação de aterros também produz outro fenômeno: o “depósito” de lixo no mar. Aproximadamente 8 milhões de toneladas de plástico são descartados em nossos oceanos anualmente, desequilibrando o ecossistema marinho de várias formas, como:
O plástico degrada-se em partículas menores, que são ingeridas por peixes e outros animais e aves marinhas. Sem capacidade de digestão, eles morrem de forma lenta e dolorosa.
Em grande quantidade no mar, o plástico impede a penetração de oxigênio nos sedimentos, comprometendo também o ciclo bioquímico da flora marinha.
3. O plástico é responsável pela morte de 100 mil animais marinhos a cada ano.
Que tal começar a pensar no impacto do plástico no meio ambiente?
O fenômeno é realmente preocupante: a morte por ingestão de plástico compromete o ciclo reprodutivo das espécies marinhas e estima-se que pelo menos 15% delas hoje estejam em extinção.
Só no caso das tartarugas marinhas, cinco das sete espécies catalogadas correm o risco de sumir dos oceanos, de acordo com levantamento da IUCN (União Internacional de Conservação da Natureza).
As aves marinhas, como pelicanos e albatrozes, também são vítimas desse fenômeno: até 2050, pelo menos 99% delas terão ingerido plástico.
4. 91% do plástico utilizado no mundo não é reciclado.
A reciclagem dos materiais plásticos ainda é insuficiente.
A produção em larga escala dos materiais sintéticos à base de plástico começou por volta dos anos 50.
Desde então, estima-se que em 65 anos o mundo produziu 8,3 bilhões de toneladas de plástico, mas só reciclou 9% desse total.
Mesmo com todos os problemas já identificados, o ritmo de produção e descarte não diminui: até 2050, existirão pelo menos mais 12 mil milhões de toneladas de plástico no meio ambiente.
Para mudar esse panorama, muitos hábitos diários precisam ser repensados — já que alguns dados sobre o nosso perfil de consumo são igualmente chocantes.
5. No mundo, 1 milhão de garrafas de plástico são compradas a cada minuto.
E as garrafas plásticas continuam sendo produzidas em larga escala.
Infelizmente, o ritmo de reciclagem não acompanha a produção: apenas metade das garrafas plásticas compradas em 2016 foi coletada para reciclagem. Somente 7% delas foram convertidas em novas unidades, segundo dados do jornal inglês The Guardian.
6.Todos os anos são usadas até 500 bilhões de sacolas plásticas descartáveis.
Você costuma usar sacolas plásticas no supermercado? Pois é. As sacolas plásticas são bastante úteis e até parecem inofensivas, mas causam um grande estrago no meio ambiente.
Elas levam pelo menos 200 anos para se degradar, além trazerem diversos transtornos, como:
Entopem passagens de água nos córregos e bueiros, contribuindo para a retenção de lixo e enchentes em épocas de chuva.
São frequentemente ingeridas por aves marinhas, provocando a morte delas.
Como o plástico das sacolas é feito com polietileno, substância originada do petróleo, sua decomposição libera gás carbônico e polui o ambiente, além de contribuir com o efeito estufa.

Afinal, como reduzir o descarte de plástico no meio ambiente?
Mudança de atitude pode fazer toda a diferença!
Todo esse panorama mostra uma demanda muito urgente: como o ritmo de reciclagem não acompanha a produção, não basta separar o lixo — é importante reduzir o consumo de forma drástica.

O programa Troca Inteligente dos lubrificantes Mobil, utiliza minitanques e permite o abastecimento do lubrificante direto no cárter do veículo, e ganha cada vez mais aderência em todo o Brasil. Dentre os motivos, está a sua inovação e praticidade – seja para as revendas ou consumidores finais, seja para os frotistas. Mas a marca Mobil, na vanguarda do mercado, ultrapassa esses benefícios e se destaca acreditando no que será uma tendência no futuro.

Indo além de vantagens como o melhor controle do estoque e a redução do descarte de embalagens no meio ambiente, o grande diferencial da Troca Inteligente é a garantia sustentável da mesma qualidade e alta tecnologia dos lubrificantes Mobil embalados.
Confira algumas mudanças de hábito que você pode adotar para fazer a sua parte!
No supermercado
Lembre-se sempre de levar ecobags ou sacolas de feira para evitar a utilização das sacolas plásticas.
Se estiver de carro, também vale pedir caixas de papelão para colocar suas compras.
Prefira comprar produtos com embalagens biodegradáveis, que seguem um processo de decomposição natural no meio ambiente. Já existem opções com matéria-prima orgânica, como bagaço de cana-de-açúcar, fécula de mandioca, fibra de coco, etc.
Adote garrafas retornáveis para produzir menos lixo.
Evite os sacos plásticos e embalagens de isopor na compra de frutas, verduras e legumes.
Tente levar saquinhos de pano para as compras de itens a granel.
Prefira sempre embalagens de vidro e caixas em vez de garrafas de plástico.
Em bares e restaurantes
Dispense totalmente os canudos de plástico.
Valorize estabelecimentos que seguem boas práticas de preservação ambiental.
Prefira pedir bebidas em garrafas de vidro.
Em casa
Tente reutilizar embalagens de plástico, como potes de sorvete e manteiga, por exemplo, em vez de comprar novos recipientes.
Lave as embalagens de plástico que vão para o lixo e separe para a devida coleta de material reciclável.
Dê o exemplo e estimule os outros membros da sua família a adotarem a mudança de hábitos também.
Substitua itens de higiene pessoal, como fraldas descartáveis e absorventes por versões mais ecológicas, como fraldas de pano e coletores menstruais.
Faça um mapeamento de hábitos e invista em pequenas mudanças: o sabonete líquido, por exemplo, pode ser substituído pelo sólido para evitar uma considerável produção de lixo.
Evite o uso de descartáveis, como copos, talheres e pratinhos.
No trabalho
Tenha sua própria caneca para bebidas como água e café, evitando o uso de copos descartáveis.
Promova o consumo consciente. Estimule seus colegas a fazerem o mesmo.
Nas redes sociais
Para estimular o consumo consciente, participe do desafio proposto pela ONU e compartilhe boas práticas nas redes sociais utilizando a hashtag #AcabeComAPoluiçãoPlástica.
E aí, está convencido de que precisa fazer a sua parte para contribuir com a redução do plástico no meio ambiente?
A partir das nossas dicas, elabore uma lista de comportamentos que podem ser mudados e coloque em prática o quanto antes para inspirar outras pessoas!
Fonte: SENAC

Tudo o que você precisa saber antes de trocar o óleo do carro

Aprenda a evitar os principais erros na hora de substituir o lubrificante do motor

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.

Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca.

Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.

Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar o lubrificante

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado.

Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

 Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante.

Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Por exemplo, viscosidade acima da indicada resultará em maior consumo de combustível e o lubrificante irá trabalhar em uma temperatura maior, reduzindo sua vida útil. Já viscosidade inferior irá provocar desgaste prematuro do motor. E lembre-se: assim que possível, deve-se fazer a troca completa.

Por Fernando Miragaya – Quatro Rodas Brasil

6 dicas de bom comportamento no trabalho!

Por mais que você tenha talento no que você faz, sua imagem e carreira profissional pode estar em jogo se você não respeitar algumas regras básicas relacionadas à etiqueta no trabalho. Algumas delas são meras formalidades, enquanto outras atrapalham o convívio interpessoal, prejudicando diretamente a produtividade na empresa. Confira algumas dicas para não fazer nada errado quando estiver na empresa:

  1. Evite fofocas, principalmente quando se trata de possíveis boatos ligados a pessoas dentro da própria empresa. Além de não pegar bem para você, pois vai aparentar uma pessoa que não se pode confiar, pode prejudicar o convívio em grupo.
  2. Seja educado de forma espontânea. Não é preciso ser um robô que apenas fala ‘bom dia’ e ‘boa tarde. Ser educado é ter empatia com os outros e criar relações agradáveis e leves. Lembre-se que ninguém precisa lidar com seu mau humor.
  3. Assuma seus compromissos. Evite pegar tarefas demais que você sabe que não vai dar conta. É preciso ter responsabilidade com as obrigações que você escolhe no trabalho.
  4. Seja prestativo. A competitividade em um ambiente profissional pode ser benéfica, mas apenas quando faz com que você tente se aperfeiçoar por você própria, ao invés de passar a perna em outras pessoas.
  5. Conheça as regras da empresa. Se a empresa não tolera relacionamentos amorosos no ambiente de trabalho, é preciso respeitá-la, caso não queira ter o seu cargo ameaçado. Informe-se sobre o que o local de trabalho considera como sendo como uma conduta ética e profissional, pois isso varia.
  6. Não fale nada nas redes sociais que você não falaria na frente de todo mundo da sua empresa. Redes como Facebook e Twitter são locais online geralmente públicos. Pode pegar muito mal ou até mesmo dar em processos e demissões sair falando mal de amigos do trabalho ou do seu próprio emprego.

Fonte: http://www.fhits.com.br

Maio Amarelo: um mês de alerta, reflexão e exercício de civilidade

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.

Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos.

Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro.

A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.

Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da “atenção pela vida”.

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

Fonte: http://maioamarelo.com

Dia Internacional da Mulher

Nós do Grupo Gagliardi parabenizamos todas as Mulheres e que definitivamente seus objetivos, direitos e igualdade sejam alcançados!

É celebrado em 08 de março o Dia Internacional da Mulher, data que acabou sendo símbolo das conquistas que as mulheres efetivaram no século XX.

Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História

– 1788 – o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.

– 1840 – Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.

– 1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.

– 1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.

– 1865 – na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.

– 1866 – No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas.

– 1869 – é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres.

– 1870 – Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.

– 1874 – criada no Japão a primeira escola normal para moças.

– 1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina.

– 1893 – a Nova Zelândia torna-se o primeiro país do mundo a conceder direito de voto às mulheres (sufrágio feminino). A conquista foi o resultado da luta de Kate Sheppard, líder do movimento pelo direito de voto das mulheres na Nova Zelândia.

– 1901 – o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres.

– 1951 – a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estabelece princípios gerais, visando a igualdade de remuneração (salários) entre homens e mulheres (para exercício de mesma função).

Você sabia?

No Brasil, comemoramos em 30 de abril o Dia Nacional da Mulher.

– Hattie Mcdaniel foi a primeira atriz negra a ganhar uma estatueta do Oscar. O prêmio, recebido em 1940, foi pelo reconhecimento de sua ótima atuação como atriz coadjuvante no filme ” E o vento levou …”.

Fonte: suapesquisa.com