Dicas para você obter o melhor rendimento dos pneus e aumentar sua durabilidade.

Para você que sabe da importância de cuidar bem do seu veículo, preparamos algumas dicas que irão auxiliá-lo a obter o melhor rendimento dos pneus.

Algumas curiosidades sobre pneus

O pneu liso (Slick) é o mais silencioso.

À medida que se desgastam (desgaste regular), os pneus fazem menos ruído.

A origem dos ruídos acontece devido às vibrações provocadas por três fatores: estrutura do pneu, ar no interior do pneu ou a passagem do ar pelo desenho do pneu.

Há 2 tipos de propagação dos ruídos: através do ar ou fazendo os elementos do seu veículo vibrar.

Quanto menos uniforme o pneu, maiores as possibilidades de vibrações. Isso pode ocorrer por problema de balanceamento, falso redondo do pneu, problema de centragem da roda ou variação da rigidez da estrutura.

Conselhos e recomendações

Diante de um problema de vibração e ruído, tentar isolar as causas que podem produzi-lo. Para isso:

  • Teste o veículo para identificar como ele se manifesta: em que eixo, o que vibra e a que velocidade;
  • Pergunte-se: algo foi trocado no veículo recentemente?
  • Verifique pneus, rodas, forma de desgaste, pressão, balanceamento;
  • Cheque as folgas na centragem da roda, dos pneus nos aros e das porcas de fixação;
  • Confira o desgaste dos pneus e veja se é necessário trocá-los;
  • Em casos de problemas irreversíveis no pneu, troque-o imediatamente;
  • Verifique problemas mecânicos, folgas na suspensão ou problemas nos freios.

 

Fonte: Michelin

5 dicas para a Manutenção Preventiva de sua Moto

  •       Lubrificação da corrente

Em condições normais, no asfalto, a corrente deve ser lubrificada com óleo adequado a cada 500km rodados, em média. Porém, sob chuva forte e alagamento, ou em dias muito quentes, ou ainda após transitar sob forte poeira, essa lubrificação deve ocorrer antes, evitando o desgaste tanto da corrente quanto da coroa e do pinhão.

Não custa lembrar que a cada 1.000km rodados o motociclista deve verificar a folga da corrente. No manual do proprietário existem orientações sobre qual a folga máxima, em centímetros, permitida para rodar com segurança.

O óleo de lubrificação do motor também deve ser checado a cada 1.000km rodados. Além de resfriar os componentes internos, o óleo evita o desgaste excessivo do motor e diminui o atrito do câmbio. Para evitar distorções na medição, desligue o motor por 5 minutos e, em seguida, segure a moto na posição vertical, sem usar o apoio lateral. Somente após esse procedimento você poderá checar se o nível de óleo está correto, completando caso esteja muito baixo.

É importante deixar sempre anotado qual a especificação do óleo no motor. Informações como fabricante, viscosidade e prazos para substituição do fluido devem estar sempre à mão.

  •       Chaves e chaveiros no tanque de combustível

Pode parecer bobagem, mas deixar diversas chaves no mesmo chaveiro da moto pode ser um problema na hora de abrir o tanque para abastecer. O peso pode forçar o miolo da fechadura, abrindo folgas e prejudicando seu funcionamento. Sem contar que o metal das chaves e chaveiro, em contato com a pintura da moto, pode arranhar a lataria.

  •       Checagem dos freios

Outro indicador que deve ser checado a cada 1.000km rodados é o sistema de freios. Muitas motos têm freio à disco na roda dianteira, mantendo o modelo em tambor na roda traseira. É preciso checar ambos. O disco, por estar exposto, é mais fácil de ser visualizado. Se as pastilhas de freio estiverem com menos de 1mm de espessura, devem ser substituídas imediatamente, evitando desgaste do disco de freio, que é bem mais caro. O modelo em tambor, por sua vez, deve ter no máximo 3cm de folga entre as sapatas, sendo necessário um ajuste quando ele se desgasta.

  •       O uso da bateria

Apesar de não ser possível medir com facilidade qual o nível de carga da bateria, o hábito de muitos motociclistas brasileiros de ligar a moto com o farol ligado acelera o desgaste do equipamento, diminuindo a vida útil e forçando a substituição por uma bateria nova num prazo menor. Mudar esse hábito garante uma boa economia.

Criando ou mudando seus hábitos de manutenção preventiva, é possível diminuir a frequência e o custo de visitas ao mecânico da sua moto.

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Dicas de manutenção preventiva antes de pegar estrada!

Chegou a época de férias, fizemos um check list de manutenção preventiva para você fazer antes de pegar a estrada :

 

  • Combustíveis e lubrificantes – Abasteça em postos conhecidos por você e não deixe o combustível muito tempo parado no tanque antes de pegar a estrada.

    Filtros de ar, óleo e combustível – Efetue a troca desse sistema conforme indicado no manual do proprietário. Trocar o óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante.

    Limpador de para-brisas – Cheque se as lâminas e as borrachas estão em bom estado e se os encaixes das hastes estão seguros. Lave a borracha das palhetas apenas com água.

    Freios – O nível do fluído de freio e possíveis vazamentos devem sempre ser checados. Se houver ruídos, trepidações, perda de eficiência ou pedal duro, peça uma avaliação mais minuciosa.

    Velas e cabos – Alguns fabricantes indicam que as velas devem ser examinadas a cada 10 mil km e os cabos trocados a cada 50 mil km. Qualquer falha neste sistema pode ocasionar desgaste prematuro e comprometer a vida útil de outros componentes.

    Suspensão – O sistema de amortecimento e estabilidade do veículo é tão importante quanto o dos freios. Além dos amortecedores, as molas, as buchas, as bandejas, os pivôs e os terminais também merecem inspeção para evitar que você saia da sua rota.

    Correia dentada – A substituição preventiva desse elemento, segundo os fabricantes, deve ser efetuada (em média) a cada 50 mil km. Mas uma verificação em cada 15 mil km pode apontar trincas e desgastes indicando a necessidade de troca. O rompimento desta peça pode danificar gravemente o motor.

    Radiador – Respeite a data limite de troca do líquido de arrefecimento do motor. E peça para seu mecânico conferir o funcionamento da válvula termostática, do radiador, da bomba d’água, da ventoinha e dos marcadores de temperatura no painel.

    Sistema elétrico, faróis e lâmpadas – Para viajar com segurança, é importante também fazer um check-up na bateria, no motor de partida, no alternador e em todas as lâmpadas e fusíveis do carro. Lembre-se, você pode pegar uma serra com neblina ou estrada em dia de chuva. E não deixe dispositivos elétricos funcionando por muito tempo, como o rádio, caso o motor esteja desligado.

 

Boas férias!
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Tudo o que você precisa saber antes de trocar o óleo do carro

Aprenda a evitar os principais erros na hora de substituir o lubrificante do motor

Nunca é demais lembrar que o óleo, além de lubrificar, limpa as superfícies internas do motor e garante seu bom desempenho.

Mesmo assim, tem gente que comete erros comuns ao trocar o produto. Ou então leva o carro ao posto de gasolina – que muitas vezes não tem o preparo ideal para fazer o serviço, nem se preocupa em inspecionar como está sendo feita a troca.

Para que você não caia nessa armadilha, mostramos a seguir os principais perigos na hora de substituir o lubrificante.

Passar o prazo de troca

Respeitar os prazos (intervalos de 5.000 km ou 10.000 km, conforme o fabricante) não é excesso de zelo. O óleo se contamina e oxida com o passar do tempo.

Sendo assim, utilizar o produto além do período recomendado pela montadora pode levar à formação de borra e comprometer a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, com aumento de atrito e desgaste precoce.

Só completar o lubrificante

O ideal é sempre fazer a troca completa. O ato de completar, mesmo que seguindo a mesma especificação, acaba por misturar óleo novo com usado.

Nesse processo, haverá contaminação, o que pode comprometer a eficácia do óleo, pois a mistura resultante é um lubrificante misto, muito diferente dos dois originais. Caso seja inevitável completar, o recomendado é que seja feito com produto de mesma marca e, assim que possível, todo o lubrificante seja substituído.

 Misturar mineral com sintético

O correto é nunca misturar o óleo, mas em situações de emergência (como um vazamento) é possível misturar marcas diferentes quando não houver o mesmo lubrificante.

Mas eles devem sempre ter a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), a mesma viscosidade e o mesmo grau API e SAE. Caso contrário, pode prejudicar a eficiência da lubrificação e gerar sérios riscos ao motor.

Por exemplo, viscosidade acima da indicada resultará em maior consumo de combustível e o lubrificante irá trabalhar em uma temperatura maior, reduzindo sua vida útil. Já viscosidade inferior irá provocar desgaste prematuro do motor. E lembre-se: assim que possível, deve-se fazer a troca completa.

Por Fernando Miragaya – Quatro Rodas Brasil

A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAGEM CORRETA DOS PNEUS

A expressão “calibrar”, significa regular a pressão dos pneus através da insuflação forçada de ar até o valor indicado pelo fabricante.

Todos nós sabemos que as condições de tráfego de boa parte das estradas brasileiras são muito ruins e isso se reflete diretamente na vida dos pneus do seu carro. Buracos e outras deformações das estradas contribuem muito na causa de danos graves aos pneus. Quando os pneus passam por obstáculos acabam sofrendo uma forma compressão contra a roda e assim os flancos são deteriorados.

Quando esses danos são ocasionados em altas velocidades podem resultar em avarias capazes de comprometer a segurança dos ocupantes do veículo, situação está que pode levar inclusive à perda do controle da direção. A dica para garantir a saúde e o bem-estar dos seus pneus é trafegar em baixa velocidade e com os pneus calibrados e alinhados.

Muitos acidentes de trânsito são ocasionados pelo fato de os pneus estarem com a pressão do ar muito abaixo da ideal.

Porque isto ocorre? Ao fazer uma curva, o carro fica sujeito a uma força que tenta deslocá-lo para o centro da mesma chamada de “força centrífuga”. O que faz o carro ficar na pista é o atrito da banda de rodagem dos pneus com a superfície do asfalto. Se os pneus estiverem gastos (lisos) o carro pode ser deslocado numa direção resultante às forças aplicadas sobre o movimento do carro, vindo a sair da pista. Se a pressão dos pneus estiver baixa, eles podem se deformar a ponto de perderem completamente a resistência mecânica lateral, vindo a sair do encaixe das rodas aumentando assim, o risco de capotagem.

A Calibragem

A calibragem correta dos pneus ajuda o carro a suportar a carga e a velocidade máxima atingida pelo veículo. Pneus calibrados também permitirá que haja uma economia da energia mecânica do motor. Se o carro estiver com a calibragem 20% menor que a estipulada, o carro fatalmente gastará cerca de 2% a 4% a mais de combustível. Quando a pressão dos pneus está muito baixa é possível perceber na rotação do volante numa manobra, por exemplo, pois ele fica mais enrijecido, isto é, você tem que fazer mais força para esterçar as rodas.

Por Dentro da Calibragem

As empresas fabricantes de pneus recomendam que a calibragem seja feita de 15 em 15 dias. A calibragem deve ser sempre realizada com os pneus frios, ou seja, você pode providenciar a calibração num posto de serviço logo pela manhã

Se você perceber que os pneus do carro perdem a pressão muito antes de 15 dias é aconselhável investigar imediatamente a causa. Em geral o problema é causado por perda de ar que pode ser corrigido. Essa perda de pressão pode ser um sinal de que existe um ponto de fuga de ar que pode ter sido provocado por um furo, um vazamento na região da válvula ou então através de uma deformação na roda.

Por mais estranho que pareça é provável que você tenha que reduzir a pressão dos pneus dependendo do tipo de terreno que você irá passar e também as condições do tempo. Podemos dizer que, de uma forma geral, cada tipo de terreno e as diferentes condições do tempo exigem calibragens específicas para os pneus do carro.

Quando você pretende rodar com o carro num terreno rochoso é importante manter a pressão indicada para a estrada. No caso de rodar num terreno como areia é mais indicado que você reduza a pressão dos pneus para que seja possível aumentar o contato com o solo bem como a tração.

Para rodar em terrenos com muita lama também é indicado que seja feita uma redução da pressão para que haja o aumento da tração. Se o seu carro ficar atolado na lama, a diminuição da pressão dos pneus vai fazer com que seu carro saia com mais facilidade do lamaçal.

Uma coisa muito importante é nunca reduzir a pressão do ar quando os pneus estão quentes e jamais deixar de calibrar o estepe, pois nunca se sabe quando ele será necessário. Se o seu pneu estiver velho não pense duas vezes e troque o mesmo, pois isso é bem arriscado.

Outra coisa muito importante no uso dos pneus é o rodízio dos mesmos conforme plano de remanejamento que deve estar sendo explicado no manual do seu carro.

Consulte sempre um especialista!

Fonte: Internet

Como escolher o pneu mais adequado para meu veículo?

A escolha de um pneu deve estar em conformidade com a legislação e o equipamento original definido pelo fabricante do veículo, ou por um órgão oficial (dimensão, índices de carga e velocidade, estrutura etc). É necessário levar-se em conta também as condições de utilização do pneu, afim de que as performances do mesmo respondam às necessidades do utilizador.

No mesmo eixo, é obrigatório usar dois pneus iguais com o mesmo desenho da banda de rodagem, a mesma dimensão e desgaste semelhante.

É importante não usar o pneu com uma pressão não recomendada, em uma velocidade ou com uma carga superior àquela determinada pelo seu índice.

Dica Michelin

Descubra como trocar um pneu e livre-se de possíveis apuros

Ninguém está livre de se deparar com um pneu furado, e por mais que possa recorrer a seguradora ou a homens gentis dispostos a ajudar, sempre é bom saber como se virar.

Se você nunca foi surpreendida por um pneu furado ao chegar com pressa para pegar o carro, ou logo depois de passar por um buraco, fique feliz. Essa surpresa nada agradável já incomoda os homens, imagine as mulheres.

Em uma pesquisa realizada por uma loja de carros do Reino Unido com 3000 motoristas, foi constatado que 72% das mulheres habilitadas sequer fazem ideia de como trocar os pneus de seus automóveis, uma realidade que provavelmente deve se confirmar em outros países.

É claro que ao se deparar com um pneu furado, você pode chamar a sua seguradora, apelar para o charme e sensibilizar um homem gentil a socorrê-la, ou se tiver tempo, ligar para o marido ou namorado ir ao seu encontro e fazer o serviço. Mas e se, por acaso, você estivesse sozinha, com pressa e precisasse se virar, saberia por onde começar?

Para ajudar a responder essa pergunta, nesta matéria vamos apresentar um passo a passo de como trocar um pneu.

Certamente não esperamos que você precise dele um dia, mas nem que seja para ficar só na teoria ou para contar vantagem com os amigos na mesa do bar, é sempre bom saber como agir em uma situação de apuros, afinal, para uma mulher moderna e principalmente independente, conhecimento nunca é demais.

  • Regularmente, cheque se o seu carro possui todas as ferramentas necessárias para troca de pneus: triângulo, estepe cheio, macaco e chave de roda e verifique se estão em boas condições de uso.
  • Se o pneu furou e você está sozinha e não tem a quem recorrer, fique tranquila, ligue o pisca alerta e dirija até um ponto tranquilo onde seja possível trocar o pneu em segurança e sem atrapalhar o trânsito.
  • Sinalize a área com o triângulo, observando a distância recomendada para cada tipo de via para indicar para os demais motoristas e evitar acidentes. Em rodovias, essa distância é de pelo menos 30 metros.
  • Localize onde fica o estepe do seu carro, retire o tampão e com a chave de roda, girando no sentido anti-horário e desrrosqueie os parafusos dos pneus antes de colocar o macaco. A dica é utilizar o peso dos pés para facilitar.
  • Coloque o macaco no local indicado do carro e suba até que a roda deixe de tocar o chão. Quando isso acontecer, com a chave de roda retire e guarde os parafusos para não perder.
  • Faça a troca do pneu pelo estepe, recoloque os parafusos e desça o carro.
  • Aperte melhor os parafusos para que fiquem bem presos.

Pronto, o pneu está trocado. Depois disso, você só vai precisar levar o pneu para ser reparado em um borracheiro, ou substituir por um novo. E você também vai precisar de um local apropriado para limpar as mãos que à essa altura devem estar bastante sujas, mas nada que um pouco de água e sabão não resolva.

Escrito por Daniela Azevedo

O que é Cambagem?

É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente.

Os principais itens para incluir na manutenção preventiva

A manutenção preventiva é a forma mais econômica de manter o carro em bom estado. Um automóvel que não está com o motor regulado e com peças desgastadas consome mais combustível e perde desempenho.

1 – Freios

O fluido de freio deve ser trocado em média uma vez por ano. Discos de freio, pastilhas, tambores e outras peças do sistema devem ser revisados a cada 10 mil quilômetros.

2 – Troca de Óleo

Tanto o óleo lubrificante quanto o filtro do óleo precisam ser trocados nas datas estabelecidas pela montadora, em média a cada 10 mil ou a cada seis meses. Se isso não for feito, os danos ao motor podem causar grandes prejuízos. Você também deve consultar o manual do proprietário sobre as trocas de óleo da caixa e da direção hidráulica.

3 – Sistema de Arrefecimento

A cada 30 mil quilômetros é necessário executar uma limpeza no sistema. Radiador e reservatório de expansão são as peças que devem ser limpas. O fluido (água mais aditivo) é responsável pela refrigeração e o perfeito funcionamento do motor. O aditivo do radiador deve ser trocado também a cada 30 mil quilômetros.

4 – Filtro de Ar

Tipo de manutenção rápida, fácil e barata. A razão para substituir o filtro de ar é muito simples: o fluxo de ar auxilia o motor a funcionar com melhor performance, sem exigir muito desgaste. O ideal é que um sistema de filtragem do ar seja substituído a cada ano, mas o tempo de troca depende da utilização do veículo. Quanto mais usado for o veículo, menor o prazo de troca do filtro.

5 – Filtro de combustível

O filtro de combustível é o guardião que evita a passagem de sujeira do tanque do carro para o motor. Ele deve estar sempre em ótimo estado. Ele deve ser trocado entre 10 mil e 15 mil quilômetros.

6 – Alinhamento e balanceamento

Para evitar o desgaste excessivo de pneus, alinhamento e balanceamento são fundamentais. Recomenda-se executar o serviço no máximo a cada 10 mil quilômetros, além de aproveitar e fazer o rodizio dos pneus.

7 – Velas

As velas são fundamentais para o bom funcionamento do motor. Não é preciso sentir uma falha para trocá-las. Elas podem estar danificadas mesmo com o funcionamento aparentemente normal. A substituição das velas deve ser feita exatamente na data estabelecida pela montadora, que pode variar de 15 mil a 100 mil, conforme a marca.

Fonte: Terra – Meu Automóvel

3 dicas para que seu ar condicionado dure mais tempo

No verão, o ar-condicionado é um dos equipamentos mais procurados para amenizar o desconforto gerado pelas altas temperaturas. Porém, quando não tomados os cuidados necessários, o aparelho pode se tornar um vilão para a saúde. O ar frio é um dos responsáveis pela incidência de doenças respiratórias e pela proliferação de bactérias no ar. Por isso, mesmo um pequeno descuido pode ser o causador de reações alérgicas por causa do ressecamento das mucosas do nariz, predispondo pessoas às infecções ou agravando doenças pré-existentes.

Para garantir uma viagem confortável e fresquinha sem riscos, o motorista deve sempre checar o estado do filtro que compõe o sistema de ar-condicionado de seu caminhão. Esse é o responsável por filtrar as impurezas do ar externo e do que circula internamente na cabine. Esse processo reduz a quantidade de partículas como poeira, pólen, bactérias e fungos dentro do veículo.

Dicas para conservar o ar-condicionado:

Eduardo Pinto, supervisor de Engenharia de Climatização da Ford América do Sul, dá algumas dicas para utilizar o ar-condicionado da forma mais proveitosa, com eficiência, conforto e economia de combustível:

  • Manutenção do filtro: esse é um fator essencial para que todo o sistema funcione de maneira adequada. O processo de limpeza, ou até a troca do filtro, deve ser realizado a cada 20 mil quilômetros ou dois anos. Já para os veículos que circulam em regiões de terra ou solos porosos, esse intervalo de tempo deve ser menor.
  • Evite a umidade excessiva: minutos antes de chegar ao seu destino, desligue o equipamento e mantenha a ventilação na velocidade máxima, com a saída de ar voltada para o painel e os pés. Também acione o seletor de temperatura no ar quente e mantenha a ventilação no nível máximo por cerca de dois minutos. Esse processo ajuda a secar o sistema de ar, evitando a umidade que facilita a propagação de micro-organismos maléficos.
  • Atenção ao manual do proprietário do veículo: é fundamental utilizar o manual do proprietário, que serve como guia ao usuário para melhor utilização do ar-condicionado em condições ambientais adversas e seguir o cronograma de manutenção periódica do veículo.

“Ter um ar-condicionado eficiente no veículo não é só uma questão de conforto ou conveniência, mas também de segurança. Além de desembaçar os vidros e renovar o ar da cabine, ele serve para evitar a sonolência causada pelo calor excessivo e deixar o motorista mais alerta”, conclui Eduardo.

Fonte: Adaptado de Assessoria Ford – Pé Na Estrada